- Lula disse ter pedido ao vice-presidente Geraldo Alckmin para avaliar disputar uma vaga no Senado por São Paulo.
- A condição foi anunciada durante o lançamento da pré-candidatura de Fernando Haddad ao governo de São Paulo.
- O presidente afirmou que ficaria feliz em ter Alckmin como vice novamente, elogiando a lealdade e a competência dele.
- Lula sinalizou que o Senado pode ser o cargo pretendido por Alckmin e disse ter conversado com Haddad para entender onde Alckmin renderia mais.
- O presidente destacou que o PT já teve dois senadores e pode ter mais um ou dois; também citou que Simone Tebet deve disputar uma cadeira no Senado.
O presidente Lula afirmou que pediu ao vice-presidente Geraldo Alckmin para avaliar a possibilidade de concorrer a uma vaga no Senado por São Paulo. A informação foi revelada durante conversa com a imprensa.
Lula contou ter questionado Alckmin sobre qual cargo ele pretende disputar nas eleições. Ele disse que ficaria feliz em ter Alckmin como vice novamente e destacou qualidades do companheiro, como lealdade, competência e experiência.
O presidente também sinalizou que deseja que o vice dispute o Senado, lembrando que o PT já teve dois senadores e que a decisão pode render frutos para a chapa. Ele citou a possibilidade de Alckmin disputar o Senado de São Paulo ou outra função.
Durante o evento de lançamento da pré-candidatura de Fernando Haddad ao governo de São Paulo, Lula reforçou a ideia de compor um time que renda votos. A declaração também mencionou a atuação de Alckmin em conjunto com Haddad.
Situação no Senado e outras candidaturas
Além de mencionar Alckmin, Lula citou a ministra do Planejamento, Simone Tebet, do MDB, como candidata ao Senado. O presidente mencionou a necessidade de formar um time competitivo para alcançar desfecho favorável nas urnas.
O anúncio mostra a estratégia do PT de unir nomes de diferentes siglas para ampliar a presença no Senado. Ainda não há confirmação oficial sobre as candidaturas de Alckmin ou Tebet, que dependem de contas internas e acordos entre partidos.
Haddad permanece como cabeça de chapa para o governo de São Paulo, enquanto as conversas sobre alianças seguem em andamento. O cenário envolve negociações para consolidar a melhor combinação de cargos e votos.
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