- O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, afirmou que a comissão não deve confrontar órgãos de investigação e que a Polícia Federal é um órgão colaborador do Parlamento, não superior a CPMI.
- A fala ocorreu após questionamentos sobre decisões do STF que alteraram procedimentos para a guarda de documentos sigilosos da CPMI.
- Viana disse que o objetivo é identificar responsáveis pelo desvios no INSS e garantir punição aos envolvidos.
- Ele respaldou a decisão do STF sobre armazenamento de documentos, destacando que a CPMI tem direito e obrigação de investigar, pedir documentos e manter sigilos quando necessário.
- O foco é alcançar uma investigação suficiente para levar quem roubou os recursos dos aposentados à cadeia.
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, afirmou que a comissão não deve entrar em confronto com órgãos de investigação. Ele destacou que a Polícia Federal atua como colaboradora do Parlamento, não como superior da CPMI. A declaração ocorreu após questionamentos sobre decisões do STF que mudaram procedimentos para a guarda de documentos sigilosos.
Viana enfatizou que o objetivo da CPMI é apontar os responsáveis pelos desvios no INSS e assegurar punição aos envolvidos. Segundo ele, não interessa ao Brasil que haja atrito entre autoridades investigativas; o essencial é identificar culpados e localizar o dinheiro desviado.
O senador também apoiou a decisão recente do STF que determinou mudanças na forma de armazenamento de documentos obtidos pela comissão. Para Viana, a CPI, de acordo com a Constituição, tem liberdade e obrigação de investigar, pedir documentos e manter sigilos quando necessário, e a cooperação com a PF deve contribuir para uma apuração robusta.
Ele afirmou ainda que a atuação da Polícia Federal deve ser vista como apoio técnico ao trabalho parlamentar, com o foco em chegar a uma investigação suficiente para responsabilizar os envolvidos no esquema de aposentados. O objetivo final, segundo Viana, é levar os responsáveis à cadeia.
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