- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), foi a Brasília tratar da privatização da Sabesp e reforçar o pedido de prisão domiciliar para Jair Bolsonaro.
- Acompanhou parte do STF em encontros com cinco ministros: Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Edson Fachin, Gilmar Mendes e Luiz Fux.
- Moraes não sinalizou se vai atender ao pedido de prisão domiciliar de Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos.
- Bolsonaro está internado desde 13 de março no Hospital DF Star, com broncopneumonia bacteriana; boletim desta quinta-feira aponta boa evolução clínica nas últimas 24 horas.
- A defesa sustentou que o presídio não garante acompanhamento médico contínuo nem resposta rápida em caso de mal súbito, segundo argumentos apresentados.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), esteve em Brasília nesta quinta-feira, 19 de março de 2026. Ele reuniu-se com cinco ministros do STF para tratar da privatização da Sabesp e reforçar o pedido de prisão domiciliar para Jair Bolsonaro. O encontro ocorreu no contexto de ações sobre a constitucionalidade da privatização e questões envolvendo o ex-presidente.
Tarcísio encontrou os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Edson Fachin, Gilmar Mendes e Luiz Fux. Moraes atua como relator dos processos sobre o 8 de janeiro e a tentativa de golpe de Estado. O objetivo do governador foi apresentar argumentos para a concessão da prisão domiciliar a Bolsonaro, ainda que não haja sinalização pública de decisão.
A viagem também ocorreu após o Ministério Público e advogados apresentarem recursos e pareceres sobre o tema. Auxiliares do governador afirmam que a pauta reflete interesse estadual na Sabesp e, ao mesmo tempo, a necessidade de condições mais brandas para o ex-presidente, caso haja julgamento.
Bolsonaro permanece cumprindo pena de 27 anos na Papudinha. A internação do ex-presidente é um fato recente, com diagnóstico de broncopneumonia bacteriana. Ele está em tratamento com antibiótico endovenoso e suporte clínico intensivo.
BOLSONARO INTERNADO
Bolsonaro está internado desde 13 de março no Hospital DF Star. O boletim mais recente aponta boa evolução clínica e laboratorial nas últimas 24 horas. O relatório cita fisioterapia respiratória e motora, além de suporte aos profissionais de saúde.
A defesa argumenta que o estado de saúde agravado exige regime de pena mais brando. Em pedido apresentado, os advogados destacam que o presídio não oferece acompanhamento contínuo nem resposta imediata em caso de mal súbito.
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