- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, chega a Brasília com a previsão de encontro com ao menos cinco ministros do Supremo Tribunal Federal, começando por Alexandre de Moraes.
- Oficialmente o tema é a Sabesp, mas auxiliares dizem que ele busca tratar do pedido de prisão domiciliar de Jair Bolsonaro.
- A agenda de Tarcísio inclui reunião com Cristiano Zanin pela manhã e, à tarde, com os ministros Luiz Fux e Gilmar Mendes, encerrando com o presidente da Corte, Edson Fachin.
- Nesta semana, Moraes recebeu o senador Flávio Bolsonaro, que pediu para o ex-presidente ir para casa após o hospital; Flávio está em pré-campanha.
- Em janeiro, Tarcísio já defendia a domiciliar de Bolsonaro; hoje ele usa a passagem pelo STF para reiterar esse pleito.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), chegou nesta manhã a Brasília. A agenda inicial prevê encontros com ao menos cinco ministros do STF, começando por Alexandre de Moraes. O objetivo, oficialmente, é tratar de assuntos ligados à Sabesp; auxiliares citam a pauta secundária de tratar de um pedido de prisão domiciliar de Jair Bolsonaro.
Durante a manhã, Tarcísio deve conversar com Cristiano Zanin. Na parte da tarde, o governador tem encontros com os ministros Luiz Fux e Gilmar Mendes, encerrando a ronda com uma reunião com o presidente do STF, Edson Fachin. A agenda reforça a atuação do governador em várias frentes ligadas ao cenário político nacional.
Contexto e desdobramentos
Nesta semana, Moraes recebeu o senador Flávio Bolsonaro, que pediu a Bolsonaro para ir para casa após sair do hospital. A avaliação de Flávio é de que a conversa com Moraes foi objetiva e enfatizou a preocupação com a saúde do ex-presidente.
Embora tenha demorado para entrar na pré-campanha de Flávio, Tarcísio acabou posando para uma foto com o filho do ex-presidente, reforçando o apoio político. Em janeiro, o governador já havia defendido a domiciliar de Bolsonaro durante visita à Papudinha.
Plano de atuação no STF
Hoje, Tarcísio aproveitará as agendas no STF para defender a ideia de que Bolsonaro poderia cumprir prisão domiciliar após o alta hospitalar. A dupla leitura entre os temas oficiais da Sabesp e o pleito domiciliar sinaliza uma atuação estratégica do governador em Brasília.
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