- Justiça condena policiais por adulterar a cena do crime na morte de Kathlen Romeu, jovem de 17 anos, durante tiroteio na Zona Norte do Rio de Janeiro.
- A decisão foi proferida pela 7ª Vara Criminal da Capital, nesta quarta-feira (19).
- Condenação envolve pena de reclusão por homicídio qualificado e falsidade ideológica.
- As provas apontam dolo para prejudicar a investigação e proteger colegas, com base em depoimentos, imagens de câmeras de segurança e perícia técnica.
- A família celebra a decisão; a Polícia Civil informou que apura o caso internamente e que os policiais envolvidos estão afastados.
A Justiça condenou policiais envolvidos na morte de Kathlen Romeu, jovem de 17 anos, durante tiroteio no Rio de Janeiro. Segundo a sentença, os agentes adulteraram a cena do crime para ocultar a participação de um policial na troca de tiros. A decisão foi dada pela 7ª Vara Criminal da Capital.
Conforme o Ministério Público, os policiais removeram objetos e rearranjaram elementos da cena para dificultar a identificação do autor do disparo. A condenação envolve pena de reclusão por homicídio qualificado e falsidade ideológica.
A sentença aponta provas de que houve dolo para prejudicar a investigação e proteger colegas. As evidências incluíram depoimentos, imagens de câmeras de segurança e perícia técnica.
A família de Kathlen comemorou a decisão, esperando que sirva de repercussão para casos semelhantes não ficarem impunes. A Polícia Civil informou que apura o caso internamente e que os policiais permanecem afastados.
Kathlen foi atingida por tiros durante a troca de tiros entre policiais e criminosos na Zona Norte. Ela estava na varanda de casa e morreu no local. A versão oficial sustenta a vítima como parte do confronto; a família contesta e acusa adulteração da cena.
A condenação representa avanço na responsabilização de agentes por ações ilegais e manipulação de cenas de crime no Brasil. A Justiça reforça a necessidade de transparência e de investigações rigorosas em casos de violência policial.
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