- PMDF enviou ao STF detalhes sobre a internação de Jair Bolsonaro, ocorrida no dia 13, incluindo a escolta com início às 6h52 e término por volta das 8h55, com chegada ao Hospital DF Star.
- No dia, Bolsonaro recebeu visita da esposa Michelle e da filha Laura.
- Em boletim médico, médicos afirmam que ele apresenta boa evolução clínica e laboratorial, mas permanece sem previsão de alta.
- Bolsonaro continua na UTI do DF Star, internado por infecção pulmonar, com falhas na função renal ocorridas ao longo do fim de semana, e segue em tratamento com antibióticos injetáveis e suporte clínico, incluindo fisioterapias.
- A defesa tenta obter no STF autorização para o retorno ao regime de prisão domiciliar, enquanto a prisão permanece com médico disponível 24 horas por dia.
A Polícia Militar do Distrito Federal enviou ao STF um relatório com detalhes da internação do ex-presidente Jair Bolsonaro, incluindo o momento da chegada ao hospital e o risco de morte identificado pela equipe médica. O documento descreve a escolta iniciando às 6h52 do dia 13, com o trajeto finalizado por volta das 8h55, chegando ao DF Star.
Na mesma data, Bolsonaro recebeu visita de sua esposa, Michelle, e da filha Laura. O boletim médico divulgado posteriormente aponta que ele evolui de forma favorável clinicamente e nos exames, mas sem previsão de alta da UTI do hospital particular DF Star, em Brasília.
Evolução clínica e tratamento
Bolsonaro foi internado após apresentar vômitos e calafrios, recebendo diagnóstico de infecção pulmonar. No fim de semana, houve piora na função renal. O tratamento inclui antibióticos injetáveis, suporte clínico intensivo e fisioterapias respiratória e motora, mantendo o paciente sob monitoramento 24 horas.
O político completa 71 anos neste sábado, internado na UTI. A defesa continua buscando autorização do STF para retorno ao regime de prisão domiciliar, alegando necessidade de acompanhamento. A unidade prisional, porém, assegura médico disponível 24 horas por dia.
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