- A direção nacional do PT cogita intervenção no Rio Grande do Sul para assegurar acordo com o PDT.
- Edinho Silva já havia anunciado apoio à deputada Juliana Brizola, do PDT, ao governo gaúcho, mas a sigla estadual insiste na candidatura de Edegar Pretto.
- O grupo ligado a Pretto, incluindo nomes como José Dirceu, critica a posição da direção gaúcha; o PT nacional fechou acordo para apoiar o PDT em oito estados, abrindo mão da cabeça de chapa no RS e no Paraná.
- O PDT considera o RS o palanque mais importante, enquanto o PT gaúcho diz que ainda não houve acordo fechado e continua defendendo Pretto.
- Menciona-se a possibilidade de o presidente Lula intervir caso persista o impasse, mas dirigentes nacionais afirmam que a reeleição de Lula não depende desse episódio.
O PT Nacional avalia possibilidade de intervenção no Rio Grande do Sul para assegurar apoio do PDT. Edinho Silva anunciou apoio de PT a Juliana Brizola, deputada do PDT, no governo gaúcho; a direção gaúcha, porém, mantém Edegar Pretto como candidato.
Integrantes da direção nacional e nomes como José Dirceu contestam a postura do PT gaúcho. O grupo não aceita abrir mão da candidatura própria de Pretto no Estado.
Nesta semana, Edinho Silva participou de reunião com João Campos, prefeito do Recife, e Carlos Lupi, presidente nacional do PDT, que definiu acordo para apoiar o PT em oito estados. Em contrapartida, PT manterá candidatura própria no RS.
Perspectiva de intervenção
A sinalização aponta que Lula pode precisar entrar no caso para evitar racha. A direção do PT teme que a forma como o impasse é conduzido gere desgaste. Dirigentes nacionais afirmam que a reeleição de Lula não ficará comprometida por divergências regionais.
Gleide Andrade, tesoureira do PT, critica a resistência de Pretto e afirma que houve cobrança de ceder espaço no palanque gaúcho. O PT no RS sustenta que não há acordo fechado com o PDT para o Estado.
A possibilidade de intervenção envolve a conversa direta entre Lula e Pretto, caso não haja alinhamento. A estratégia nacional busca manter o conjunto de alianças para 2026 sem prejudicar a agenda de Lula.
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