Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Advogados pagarão custos do adiamento da sessão do caso Henry

Juíza determina que cinco advogados paguem todos os custos do adiamento do júri de Henry, após abandono de plenário

Defesa de Jairinho abandonou o plenário durante o júri popular
0:00
Carregando...
0:00
  • A juíza que conduz o julgamento do caso Henry determinou que os cinco advogados de Jairinho paguem todos os custos decorrentes do adiamento da sessão, incluindo momentos preparatórios.
  • O adiamento ocorreu após a defesa de Jairinho pedir suspensão por falta de acesso às provas e ter o pedido negado; os advogados, então, deixaram o plenário, fazendo com que o júri fosse remarcado para 25 de maio.
  • A magistrada citou gastos com escolta, energia elétrica e alimentação de todos os envolvidos como consequência do adiamento e da suspensão temporária dos trabalhos.
  • A juíza encaminhou ofício à Ordem dos Advogados do Brasil para apurar possíveis infrações ético-disciplinares com base na ata da sessão.
  • Ainda na decisão, a defesa de Monique Medeiros teve a prisão relaxada por entender que o abandono do plenário pela defesa de Jairinho prejudicou a ré, que passa a responder sem essa restrição enquanto o processo segue.

O juiz Elizabeth Machado Louro determinou que os cinco advogados de Jairinho paguem todos os custos decorrentes do adiamento da sessão do júri, inclusive os preparatórios. A decisão foi tomada após o indeferimento do pedido de adiamento.

A defesa de Jairinho pediu a suspensão alegando falta de acesso total às provas. Ao rejeitar o pleito, a magistrada informou que os gastos com escolta, energia e alimentação já estavam comprometidos e que a sobrecarga recai sobre quem planejou a sessão.

Com a negativa, os advogados do co-réu abandonaram o plenário, e o júri foi adiado para 25 de maio. A magistrada também enviou ofício à OAB para apurar possíveis infrações ético-disciplinares.

Relaxamento de prisão

A juíza atendeu ao pedido da defesa de Monique Medeiros e relaxou a prisão preventiva da ré, alegando prejuízo decorrente do abandono da defesa de Jairinho. A medida depende ainda de avaliação pela Justiça, sem prévia conclusão sobre o caso.

Ela justificou que manter a prisão configura constrangimento ilegal, já que o atraso foi causado por circunstâncias externas à acusada. A decisão cita entendimento do STJ sobre não permitir que discordâncias processem a retirada do plenário.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais