- A CPMI do INSS marcou a apresentação do relatório do deputado Alfredo Gaspar para quarta-feira (25), com votação prevista para quinta-feira (26).
- Gaspar afirmou à CNN estar trabalhando 24 horas por dia no relatório.
- Parlamentares duvidam de uma decisão favorável do ministro André Mendonça em relação ao mandado de segurança para prorrogar os trabalhos no STF.
- A CPMI avalia cerca de 200 indiciamentos, incluindo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
- A votação deve ocorrer em bloco e a comissão tem prazo final de funcionamento até domingo (28); nesta segunda, a sessão foi desmarcada pela internação do presidente da Dataprev e pela não localização de Martha Graeff.
A CPMI do INSS marcou a apresentação do relatório do deputado Alfredo Gaspar para quarta-feira, 25, com a votação do parecer prevista para quinta-feira, 26. O objetivo é esclarecer falhas no regime de concessões e investigar possíveis irregularidades em benefícios. O relatório deve ser apresentado na Câmara dos Deputados, em Brasília.
Gaspar, participante da comissão, informou à CNN que trabalha intensivamente no texto, afirmando estar em fase final de conclusão. A expectativa é de aprovação por consenso, segundo a cúpula do colegiado.
Perspectivas de prorrogação e indecisões
Apesar da intenção de votação rápida, o grupo não vislumbra chance de prorrogação do prazo. A comissão tem prazo próprio até o domingo, 28, para funcionar, o que reforça a pressão por definição.
Indiciamentos e desdobramentos
A CPMI avalia uma lista de indiciamentos que pode alcançar cerca de 200 pessoas. Entre os chamados alvos está Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula. A votação deve ocorrer de forma coletiva, em bloco, o que aumenta o cenário de “tudo ou nada”.
Desdobramentos recentes
Nesta segunda-feira, a sessão foi desmarcada após a internação do presidente da Dataprev e a não localização de Martha Graeff, ex-noiva de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. O desdobramento pode influenciar a agenda da CPMI nos próximos dias.
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