- O julgamento do caso Henry Borel foi adiado após a defesa de Jairinho abandonar o júri nesta quarta-feira (23).
- Os advogados alegaram que não tiveram acesso a todas as provas, o que, segundo eles, comprometeria a ampla defesa.
- A juíza Simone Schreiber acatou o pedido e suspendeu o processo, marcando nova data para o julgamento.
- Henry Borel tinha 4 anos quando morreu; Jairinho e Monique Medeiros são os principais acusados pelo crime.
- A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga o caso desde o início e o julgamento deverá ocorrer assim que as partes estiverem prontas.
O julgamento do caso Henry Borel foi adiado nesta quarta-feira (23) após a defesa de Jairinho abandonar o júri. Os advogados alegaram não ter acesso a todas as provas, o que, segundo eles, comprometeria a ampla defesa. A juíza Simone Schreiber acatou o pedido.
A sessão foi suspensa antes da leitura de provas, com a decisão de retomar o júri apenas quando houver pleno acesso e preparo adequado das defesas. O tribunal não definiu uma nova data.
Henry Borel, morto aos 4 anos, é alvo de Jairinho e Monique Medeiros, pai e mãe da vítima, acusados de homicídio. A Polícia Civil do Rio investiga o caso desde o início. O julgamento seguirá assim que as partes estiverem preparadas.
Próximos passos
A magistrada determinou que o processo seja retomado após a defesa ter acesso integral aos elementos probatórios. Não houve indicação de nova data, que será marcada pelas autoridades.
As assessorias afirmam que Jairinho continuará lutando por um julgamento justo, com apresentação adequada de todas as provas. O desfecho depende do andamento das próximas semanas.
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