- A defesa de Jairinho afirmou que não aceita o julgamento sem acesso integral às provas do caso Henry Borel e pode ocorrer um novo júri nesta segunda.
- Dos sessenta e seis pedidos de acesso a dados, apenas trinta foram aceitos pelo juízo.
- O conteúdo de um notebook de Leniel Borel, com mais de 100 gigabytes, foi entregue apenas na sexta-feira, e dados de Monique Medeiros e de Leniel ficaram disponíveis apenas na semana passada.
- A juíza avisou que, se houver novo abandono considerado ilegítimo, a Defensoria Pública poderá assumir a defesa de Jairinho.
- Enquanto isso, Monique Medeiros teve a prisão relaxada e responderá em liberdade, com a prisão preventiva de Jairinho mantida; o Ministério Público pretende recorrer da decisão de soltura da mãe.
A defesa de Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, disse que não admite o julgamento sem acesso total às provas do caso Henry Borel. A sessão do II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro foi abandonada nesta segunda-feira (23). O objetivo é assegurar julgamento justo.
Os advogados apontam que 66 pedidos de acesso a dados foram protocolados, mas apenas 30 foram acatados. O conteúdo de um notebook de Leniel Borel, com mais de 100 GB, foi entregue apenas na sexta-feira (20). Dados de celular de Monique Medeiros e de outro aparelho de Leniel chegaram na última semana. A defesa afirma que houve tempo insuficiente para perícia.
Provas e próximos passos
A juíza informou que, em caso de novo abandono ilegítimo, a Defensoria Pública será nomeada para a defesa de Jairinho. Durante a sessão, foi autorizado o relaxamento da prisão de Monique Medeiros, que responderá em liberdade, enquanto a prisão preventiva de Jairinho foi mantida.
O Ministério Público informou que pretende recorrer da decisão de soltura da mãe de Henry Borel.
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