- Um jingle que chama a terceira via de “sequelada” foi usado em evento do pré-candidato à Presidência, senador Flávio Bolsonaro, no Nordeste, no último fim de semana.
- A letra afirma que os partidos que compõem o Centrão irão “cair do cavalo” e que, em 2026, será Flávio Bolsonaro; a música aparece no início de transmissão do evento no canal oficial do Partido Liberal no YouTube.
- A campanha de Flávio negou que a música seja oficial da candidatura e informou que, se tivesse conhecimento prévio, a assessoria não aprovaria a letra.
- O ato ocorreu durante a filiação de Álvaro Dias ao Partido Liberal, com a presença de Flávio Bolsonaro; Dias é pré-candidato ao governo do Rio Grande do Norte.
- O ex-governador Romeu Zema (Novo) disse, em entrevista à rádio, que gosta e respeita Flávio Bolsonaro; o Centrão tem resistido ao senador desde o anúncio de sua candidatura.
Um jingle utilizado em um evento no Nordeste, no fim de semana, chamou a terceira via de “sequelada” e afirmou que os partidos que compõem o Centrão vão cair do cavalo, em apoio ao pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A campanha de Flávio negou que a música fosse oficial de sua candidatura, informou à CNN. O texto também disse que, se a letra tivesse passado pela assessoria, não teria sido aprovada, por desrespeitar partidos.
Ainda no Nordeste, o ato contou com a filiação de Álvaro Dias ao PL, ex-prefeito de Natal e pré-candidato ao governo potiguar. Flávio discursou no evento, que teve forte presença de lideranças de diferentes siglas.
O Centrão já apoiou a reeleição de Jair Bolsonaro em 2022, mas tem demonstrado resistência desde a lembrança de Flávio como possível sucessor. Dados de dezembro de 2025 mostraram condicionamento de apoio a rejeições em pesquisas.
Nos últimos meses, a avaliação de Flávio entre eleitores tem mostrado melhora, segundo levantamentos recentes. A relação entre o senador e o grupo do Centrão permanece sob leitura cautelosa dos partidos.
Além disso, Romeu Zema, ex-governador de Minas, elogiou Flávio Bolsonaro em entrevista à Rádio Itatiaia, afirmando respeito e boa convivência. Zema renunciou ao governo mineiro no dia 22, mirando o Palácio do Planalto.
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