- Interlocutores dizem que Daniel Vorcaro vai responder a todas as perguntas dos investigadores, destacando que o colaborador não tem outra opção.
- Eles afirmam que a ideia de uma delação seletiva não se sustenta; Vorcaro gostaria de colaborar, mas reconhece que a situação ficou pior.
- A única possibilidade de delação seletiva poderia partir dos investigadores, mas esse não é o cenário atual; o ministro André Mendonça sinaliza que tudo será esclarecido.
- PF e Procuradoria Geral da República atuam juntas para evitar acordos que flexibilizem apuração.
- Vorcaro recebeu na Superintendência da Polícia Federal, no fim de semana, o advogado Sérgio Leonardo, que orienta o plano de colaboração premiada; o also conta com a atuação de José Luís de Oliveira Lima, o Juca.
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, vai responder a todas as perguntas dos investigadores. A informação vem de interlocutores próximos ao banqueiro, que afirmam que ele continuará colaborando, segundo relatos publicados pela imprensa.
Segundo as fontes, a ideia de uma delação seletiva não se sustenta. Vorcaro estaria disposto a colaborar, mas reconhece que a situação dele se agravou nos últimos dias. A possibilidade de acordo unicamente com os investigadores não é prevista.
O ministro André Mendonça, relator do caso no STF, tem sinalizado que todas as questões serão esclarecidas. PF e Procuradoria Geral da República atuam em conjunto para evitar qualquer tipo de acordo que comprometa a investigação.
No fim de semana, Vorcaro recebeu na Superintendência da PF em Brasília o advogado Sérgio Leonardo, presente tanto no sábado quanto no domingo. O profissional orienta o banqueiro sobre o plano de colaboração premiada.
Além de Sérgio Leonardo, Vorcaro também é defendido por José Luís de Oliveira Lima, o Juca, que já atuou em casos de delação. Os contatos jurídicos visam estruturar a participação do banqueiro no inquérito.
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