- Áudio atribuído ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, orienta o prefeito interino de Macapá, Pedro DaLua, a ir ao tribunal para explicar o caso ao desembargador responsável pela ação envolvendo Antonio Furlan.
- Na gravação, a voz orienta DaLua a comparecer ao tribunal às 10 horas da manhã para detalhar circunstâncias jurídicas e políticas do caso.
- Alcolumbre afirma que o prefeito de Macapá tem muita força, mas que o poder do Legislativo não pode ser subjugado quando ocorre crime de responsabilidade.
- DaLua afirma alinhamento com a estratégia e diz que vai comunicar o Tribunal de Contas do Estado, aprovar as contas e apresentar à base para aprovação.
- O interlocutor menciona preparação da primeira comissão processante e planeja ações simultâneas contra o prefeito, citando MacapáPrev e Setemac, com o trecho: “começou a guerra”.
O áudio atribuído ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, indica orientação ao prefeito interino de Macapá, Pedro DaLua, para ir ao tribunal e buscar apoio junto a um desembargador responsável por uma ação envolvendo o atual prefeito da capital, Antônio Furlan. A reunião seria para esclarecer, de forma jurídica e política, o caso em análise.
Na gravação, a suposta orientação seria de comparecer ao tribunal às 10 horas da manhã e apresentar ao magistrado todo o contexto do processo. O tom sugere uma articulação para fortalecer a atuação do Legislativo diante de críticas ao poder executivo municipal.
A conversa também contém críticas diretas ao prefeito interino de Macapá, com alegações de que ele se beneficia de decisões alheias e busca reconhecimento para familiares, em contraponto ao trabalho do Legislativo. O diálogo aponta tensão entre componentes do governo local e a condução política da cidade.
Pedro DaLua, na mesma gravação, mostra alinhamento com as instruções e descreve estratégias a serem adotadas. O relato menciona a comunicação com o TCE, aprovação de contas e apresentação de rotas de apoio político junto à base.
A interlocução aponta ainda a preparação de medidas administrativas, incluindo a criação de comissões para investigar a gestão municipal. A gravação também sugere ações de pressão simultâneas, envolvendo estruturas como MacapáPrev e Setemac, em meio a duas CPIs no Legislativo, com a alegação de haver uma “guerra” em curso.
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