- A CPI do Crime Organizado recorreu da decisão de Gilmar Mendes e voltou a pedir a quebra de sigilo do fundo Arleen, ligado ao Tayayá Resort, que já pertenceu a familiares de Dias Toffoli.
- A compra de parte do Tayayá Resort foi feita pela Arleen Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia, conforme registros da Comissão de Valores Mobiliários de outubro de 2025.
- O fundo Arleen é administrado pela Reag e aparece na operação Carbono Oculto; tería investido 16,3 milhões de reais na DGEP Empreendimentos, que já teve Mario Umberto Degani, primo de Toffoli, no quadro societário.
- A fatia adquirida no Tayayá Resort veio da Maridt Participações S.A., que integrou o quadro societário da empresa e tinha Dias Toffoli entre seus sócios.
- Em resumo, a Maridt vendeu participação do Tayayá ao Fundo Arleen, administrado pela Reag, ligada à teia empresarial do Banco Master.
A CPI do Crime Organizado recorreu da decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, e voltou a pedir a quebra de sigilo do fundo Arleen, ligado ao Tayayá Resort. A solicitação envolve uma participação no resort associada a familiares do magistrado Dias Toffoli.
A queixa foi apresentada na segunda-feira, 23, após a suspensão da quebra de sigilo determinada por Mendes. O pedido mira informações financeiras do fundo Arleen e de entidades relacionadas ao investimento.
A atuação envolve a Arleen Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia, administrada pela Reag, e a relação com a operação Carbono Oculto, conforme apurações da CPI.
Detalhes do investimento
Segundo registros da CVM de outubro de 2025, o Arleen investiu cerca de R$ 16,3 milhões na DGEP Empreendimentos, cuja estrutura societária já contou com Mario Umberto Degani, primo de Toffoli.
O aporte corresponde à compra de ações do Tayayá Resort, anteriormente de Maridt Participações S.A, que tinha Toffoli em seu quadro societário.
Ou seja, a Maridt vendeu participação no Tayayá Resort ao fundo Arleen, administrado pela Reag e ligado à rede empresarial do Banco Master.
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