- O ministro André Mendonça determinou a prorrogação das atividades da CPMI do INSS, reconhecendo a decisão do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, e afirmando que a Casa não pode obstruir a minoria que investiga.
- Analistas veem fratura na unidade do STF, com leitura de que Mendonça seguiu jurisprudência usada contra o governo e a aplicou em sentido oposto.
- O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, comemorou a decisão, afirmando que o Congresso passa a cumprir seu trabalho sem blindar investigados, entre eles o filho do presidente Lula.
- Segundo o portal Metrópoles, viagem de Lulinha para Noruega e Finlândia em janeiro de 2025 teve despesas pagas por uma lobista, com ~R$ 300 mil por família em destinos luxuosos.
- No caso do “prisioneiro secreto” de Moraes, o contador Washington Travassos de Azevedo é acusado de vazar dados da esposa do ministro, com sigilo mantido e a defesa sem acesso à decisão que embasou a prisão preventiva.
No STF, divergência interna aparece após decisão de Mendonça. O ministro André Mendonça prorrogou as atividades da CPMI do INSS, acatando a decisão do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre. A medida permite que as investigações continuem, mesmo com resistência de ministros da corte.
Aulam os ouvintes do programa Última Análise, que a medida expôs uma fissura na unidade do STF. Analistas ressaltam que a decisão segue jurisprudência já usada contra o governo, mas agora aplicada de modo oposto, abrindo questionamentos sobre imparcialidade.
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, comemorou a decisão. Ele disse que o governo buscava blindar investigados, entre eles o filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.
Para a Gazeta do Povo, a decisão desbloqueia o Legislativo para cumprir seu papel de investigar. O editor de Ideias, Omar Godoy, afirmou que Mendonça devolveu ao Congresso a prerrogativa de conduzir as apurações, sem obstrução.
Novas revelações sobre Lulinha vêm à tona via Metrópoles: uma viagem de janeiro de 2025 à Noruega e à Finlândia teve todas as despesas pagas por uma lobista. Os custos somaram cerca de R$ 300 mil por família, segundo o portal.
A advogada Fabiana Barroso comenta sobre o caso, afirmando que ele expõe problemas da República. Ela diz que a privacidade da família é baixa e que, conforme a CPMI do INSS investiga, mais informações deverão aparecer.
Outra pauta ganha destaque no debate envolvendo o STF: o dirigente Washington Travassos de Azevedo, contador acusado de vazar dados fiscais da esposa do ministro Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes. O caso permanece sob segredo judicial.
Barroso critica a operação, dizendo que a democracia depende do livre exercício da advocacia. Ela aponta que a defesa não tem acesso à decisão que embasou a prisão preventiva, o que alimenta críticas à transparência do processo.
O programa Última Análise, da Gazeta do Povo, é apresentado ao vivo de segunda a sexta, das 19h às 20h30. O formato visa discutir temas complexos com abordagem racional e respeitosa, mantendo o foco informativo.
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