- Lula afirmou ter pedido a extradição de brasileiros investigados que vivem nos Estados Unidos, recebendo nomes e fotos para as autoridades norte-americanas durante a cerimônia de sanção do PL Antifacção.
- Sem citar nomes, ele mencionou o empresário Ricardo Magro, do Grupo Refit, apontado por autoridades como alvo de investigações por sonegação fiscal.
- O presidente criticou ações dos Estados Unidos na América do Sul sem comprovação de ligação com o narcotráfico e pediu maior coordenação internacional no combate ao crime organizado.
- Lula disse que o Brasil está disposto a compartilhar a experiência da Polícia Federal e do sistema de Justiça com outros países, citando a criação de uma base da PF em Manaus para integração regional.
- Ele destacou a dimensão da fronteira brasileira, com 16.800 quilômetros de fronteira seca, incluindo 3.400 quilômetros com a Bolívia, e afirmou o foco em grandes organizações criminosas.
Lula afirma ter pedido a Trump a extradição de brasileiros investigados. O presidente disse ter enviado nomes e imagens de suspeitos às autoridades dos Estados Unidos durante a cerimônia de sanção do PL Antifacção, nesta terça-feira (24.mar.2026).
Segundo Lula, a estratégia visa combater o crime organizado de forma mais efetiva, incluindo a cooperação com outros países. O presidente afirmou ter fornecido informações de indivíduos ligados a operações de fraude e evasão fiscal, citando de forma indireta um empresário do Grupo Refit como exemplo.
O discurso também criticou ações dos EUA na América do Sul sem comprovação de vínculo com o narcotráfico, defendendo maior coordenação internacional no combate a crimes transnacionais. O governo brasileiro disse estar aberto a compartilhar experiência da PF e do sistema de Justiça.
Como parte da estratégia regional, Lula destacou a criação de uma base da Polícia Federal em Manaus, com foco na integração com países da região e no monitoramento de fronteiras. Ele lembrou que o Brasil possui 16.800 quilômetros de fronteira seca, incluindo 3.400 quilômetros com a Bolívia.
O presidente ressaltou o objetivo de priorizar investigações contra grandes organizações criminosas e seus líderes, em vez de focar apenas em infratores de menor escalão. Lula citou ações recentes de combate ao crime, como operações para coibir combustível ilegal, e afirmou a intenção de ampliar a eficiência da cooperação internacional.
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