- O ministro Alexandre de Moraes autorizou prisão domiciliar temporária de Jair Bolsonaro por noventa dias, a contar da alta do Hospital DF Star, em Brasília.
- A decisão foi tomada após a defesa apresentar o pedido e a Procuradoria-Geral da República ter se posicionado favoravelmente, destacando a necessidade de vigilância constante em ambiente familiar.
- Michelle Bolsonaro publicou nas redes sociais uma mensagem de agradecimento a Deus em resposta à decisão.
- Jair Renan Bolsonaro afirmou que o pai está voltando para casa, afirmando que houve agonia durante o afastamento e saúde debilitada.
- Aliados, incluindo o deputado Sóstenes Cavalcante, classificaram a medida como tardia e destacaram um tom humanitário, ressaltando o alívio com a concessão.
Michelle Bolsonaro e Jair Renan celebram decisão de prisão domiciliar para Bolsonaro
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, concedeu prisão domiciliar temporária a Jair Bolsonaro por 90 dias. O benefício tem início a partir da alta do Hospital DF Star, em Brasília, onde o ex-presidente está internado desde 13 de março. O pedido partiu da defesa e foi aceito após negativas anteriores desde novembro.
A PGR havia se posicionado pela transferência para o regime domiciliar na véspera, ressaltando a necessidade de vigilância constante conforme laudos médicos, favorecendo o ambiente familiar.
Apoio da família e reações públicas
Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, agradeceu a Deus em redes sociais, comentando a evolução positiva do quadro. Jair Renan, filho do ex-presidente, disse que o pai está voltando para casa e que houve uma agonia prolongada com a saúde debilitada.
Renan ainda destacou o alívio no momento atual, ao lembrar das dificuldades enfrentadas pela família durante o período de internação. Parlamentares aliados também comentaram a decisão, destacando a natureza humanitária do benefício.
Contexto e desdobramentos
A decisão ocorre após uma série de solicitações anteriores da defesa, às quais o STF havia negado disponibilidade de regime domiciliar até então. A avaliação médica aponta a necessidade de acompanhamento próximo, que seria mais viável no ambiente familiar.
O caso segue acompanhado por aliados do ex-presidente, que classificam a medida como um passo humano e de justiça. Não houve, até o momento, manifestação oficial sobre mudanças adicionais no regime de cumprimento da pena.
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