- Moraes autorizou prisão domiciliar humanitária temporária de 90 dias para Jair Bolsonaro e suspendeu todas as visitas agendadas nesse período.
- A decisão ocorre após Bolsonaro deixar o Hospital DF Star, onde trata broncopneumonia bacteriana bilateral; não há previsão de alta hospitalar.
- O objetivo é resguardar o ambiente de recuperação e evitar risco de sepse e infecções, conforme justificativa médica.
- Forças de visita agendadas entre 4 e 25 de abril de 2026 foram canceladas, abrangendo várias datas e interlocutores.
- Medidas associadas incluem tornozeleira eletrônica, visitas dos filhos sob regras do estabelecimento, moradores da casa não precisam de autorização, e proibição de uso de celular ou divulgação de imagens/vídeos.
O ministro do STF Alexandre de Moraes concedeu prisão domiciliar humanitária temporária a Jair Bolsonaro por 90 dias e suspendeu todas as visitas agendadas no período. A decisão foi anunciada nesta terça (24.mar.2026). Moraes justificou a medida para resguardar o ambiente e evitar risco de sepse.
Bolsonaro permanece internado no Hospital DF Star, tratando broncopneumonia bacteriana bilateral. Ele já deixou a Unidade de Terapia Intensiva, mas não há previsão de alta, segundo boletim médico divulgado na mesma data.
Visitas suspensas
Foram canceladas visitas marcadas para abril de 2026: Bruno Scheid (4.abr), Caroline de Toni (8.abr), Jorginho Mello (11.abr), Luciano Zucco (15.abr), Ricardo Mello Araújo (18.abr), Rodrigo Valadares (22.abr) e Thiago dos Santos Boava (25.abr). A suspensão vale pelo período de recuperação.
Moraes estabeleceu as condições da prisão domiciliar: uso de tornozeleira eletrônica; visitas dos filhos Flávio, Carlos e Jair Renan Bolsonaro apenas nas quartas e sábados, em horários específicos; moradores da residência não necessitam de autorização; médicos não precisam pedir autorização para visitas.
Outras regras incluem: pacientes não podem usar celular ou qualquer meio de comunicação externo; celulares dos visitantes devem ficar com policiais; Bolsonaro não poderá divulgar imagens ou usar redes sociais durante o regime. Caso haja necessidade médica, internação pode ocorrer sem nova decisão judicial.
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