- Paralisações de servidores estaduais seguem mesmo após a aprovação de reajuste de 5,4% na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
- O projeto de lei prevê reajuste retroativo a 1º de janeiro para os servidores estaduais.
- A votação ocorreu em primeiro turno na ALMG na quarta-feira (24); o segundo turno deve ocorrer na próxima semana.
- A greve atinge setores como saúde, educação e segurança, com reivindicações por melhorias nas condições de trabalho e valorização do funcionalismo.
- O governo afirma que o reajuste é possível dentro do orçamento e que permanece aberto ao diálogo para discutir as demais reivindicações.
Paralisações de servidores estaduais seguem mesmo após a aprovação de reajuste de 5,4% na ALMG. O benefício é retroativo a 1º de janeiro e consta de proposta de lei votada em 1º turno na quarta-feira, 24. O objetivo é pautar o segundo turno para a próxima semana.
O reajuste foi motivo de protestos, com insatisfação diante das perdas salariais dos últimos anos. Além disso, há pedidos por melhorias nas condições de trabalho e por uma política salarial mais justa. A paralisação atinge setores como saúde, educação e segurança.
Representantes dos servidores afirmam que o reajuste não é suficiente sem avanços em outros pontos, como valorização do funcionalismo e garantias trabalhistas. O governo garante que o reajuste cabe no orçamento e sinaliza abertura ao diálogo para melhorias.
Repercussões
As paralisações continuam em várias regiões do estado, com mobilizações e ações POV (pressionando o governo a reconsiderar a proposta). As ações seguem na expectativa do segundo turno na ALMG e de novas negociações.
O governo estadual reforça que mantém as negociações e que reuniões devem prosseguir até a votação em segundo turno. Expectativa de medidas adicionais depende de avanços nas tratativas com as categorias.
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