- Sérgio Moro, pré-candidato ao governo do Paraná, afirmou à CNN que é necessário investigar denúncias envolvendo ministros do STF.
- Ele citou o ministro Dias Toffoli, apontando suspeitas relacionadas a um resort e a pagamentos de um fundo que controlava o empreendimento.
- Moro criticou decisões do STF que teriam interrompido ou bloqueado a quebra de sigilo fiscal e bancário em investigações da CPI do crime organizado.
- Questionado sobre impeachment pelo suplente, ele disse que não é uma posição predefinida e que é preciso verificar as causas com transparência.
- Sobre o suplente, Luis Felipe Cunha, Moro destacou confiança e afirmou acreditar que ele honraria o mandato caso ele seja eleito.
Sergio Moro, pré-candidato ao governo do Paraná, afirmou em entrevista à CNN 360° a necessidade de apurar denúncias envolvendo ministros do STF e criticou liminares que bloqueiam investigações. O tom foi de defesa de transparência e de apuração rigorosa.
Ele citou especificamente o ministro Dias Toffoli, apontando suspeitas ligadas a um resort. Segundo Moro, após a compra de cotas do empreendimento, devem ser investigados pagamentos de um banco e de um fundo controlado pelo resort.
O senador também criticou decisões que, na sua visão, interrompem o avanço de apurações. Ele citou a atuação da CPI do crime organizado e a suspensão de quebras de sigilo fiscal e bancário por ordens do STF.
Sobre impeachment e atuação no Senado
Moro explicou que não há posição definida sobre eventual apoio de seu suplente a pedidos de impeachment de ministros do STF. Afirmou que o foco é entender as causas e as evidências antes de qualquer decisão.
Em relação ao seu suplente, Luis Felipe Cunha, o candidato destacou a confiança nele. Disse que Cunha é advogado de Curitiba, íntegro e honesto, e que está preparado para honrar o mandato caso haja posição vitoriosa nas eleições.
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