- Celso Vilardi, advogado de Jair Bolsonaro, disse à CNN que considera incomum a decisão de Moraes sobre prisão domiciliar provisória de 90 dias após a internação.
- O ministro Alexandre de Moraes determinou a prisão domiciliar provisória de 90 dias para o ex-presidente.
- Vilardi afirma que Bolsonaro tem intercorrências desde o ano passado e que a pneumonia é consequência, não causa.
- O advogado diz que o caso de Bolsonaro não é temporário, e sim permanente.
O STF concedeu prisão domiciliar provisória de 90 dias ao ex-presidente Jair Bolsonaro após sua internação, segundo decisão divulgada pela corte. A medida envolve o cumprimento domiciliar enquanto durarem as intercorrências do estado de saúde.
O posicionamento foi exposto pelo advogado Celso Vilardi, que representa Bolsonaro, em entrevista à CNN. Ele afirmou considerar a decisão inusitada e questionou a natureza da internação ocorrida recentemente.
Vilardi enfatizou que as intercorrências começaram no ano anterior e que a pneumonia não seria a causa principal do quadro. Segundo ele, o caso de Bolsonaro não é temporário, mas permanente.
A defesa também destacou que a decisão atual não aponta conclusão sobre o estado de saúde do ex-presidente, mantendo o regime de prisão domiciliar até nova avaliação. Não há informações adicionais disponíveis sobre o conteúdo completo do despacho.
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