- Boletim médico aponta evolução clínica favorável e mantém Bolsonaro sem alta prevista; ele continua em tratamento de pneumonia bacteriana com antibióticos endovenosos, além de fisioterapia respiratória e motora.
- O cardiologista da equipe afirmou que a alta poderia ocorrer na próxima sexta, mas a confirmação não veio no boletim oficial; há possibilidade de cirurgia no ombro direito no futuro.
- Bolsonaro deixou a Unidade de Terapia Intensiva e foi transferido para um quarto no hospital DF Star, em Brasília; permanece internado desde o dia 13 de março com infecção pulmonar.
- O ministro do Supremo Tribunal Federal autorizou prisão domiciliar humanitária temporária de 90 dias, com monitoramento eletrônico por tornozeleira e restrições rígidas de comunicação e visitas.
- Medidas da prisão domiciliar determinam que o ex-presidente permaneça em casa, com envio diário de relatórios ao Judiciário; é proibida comunicação externa, uso de redes sociais e visitas, exceto de familiares que moram na residência.
O boletim médico divulgado nesta quarta-feira (25) mantém o ex-presidente Jair Bolsonaro sem previsão de alta. O documento aponta evolução clínica favorável, com tratamento de pneumonia bacteriana por via endovenosa, além de suporte clínico e fisioterapia respiratória e motora.
O cardiologista Brasil Caiado, integrante da equipe, disse que Bolsonaro poderia receber alta na próxima sexta-feira (27), informação não confirmada pelo boletim oficial. O médico also informou que pode haver cirurgia no ombro direito no futuro, devido a dores relatadas.
O ex-presidente saiu da UTI na segunda-feira (23) e foi transferido para um quarto no hospital DF Star, em Brasília. Ele está internado desde 13 de março, após apresentar vômitos, calafrios e diagnóstico de infecção pulmonar.
Prisão domiciliar humanitária temporária
Nesta terça-feira (24), o ministro do STF Alexandre de Moraes autorizou a prisão domiciliar temporária por 90 dias, devido ao estado de saúde. A decisão impõe uso obrigatório de tornozeleira eletrônica e restrições rigorosas de comunicação e visitas.
Bolsonaro deve permanecer no domicílio, com monitoramento diário ao Judiciário. A proibição de comunicação externa é total, incluindo redes sociais, além de restrições de visitas e de contatos por meio de terceiros. Torna-se obrigatória a agenda de visitas para familiares próximos e profissionais de saúde.
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