- O presidente nacional do Partido Progressista, Ciro Nogueira, disse ter convidado Cláudio Castro para ingressar na sigla e afirmou que a federação está de portas abertas.
- A declaração ocorre um dia após o Tribunal Superior Eleitoral condenar Castro por uso de contratos temporários irregulares na Universidade do Estado do Rio de Janeiro e na Fundação Ceperj para pagamento de cabos eleitorais.
- Castro foi declarado inelegível até 2030 e teve o diploma cassado.
- Na mesma decisão, o TSE condenou o deputado Rodrigo Bacellar, presidente afastado da Alerj, e o ex-presidente da Ceperj, Gabriel Rodrigues Lopes.
- Castro renunciou ao cargo de governador do Rio de Janeiro nesta segunda-feira, 23, para disputar o Senado.
O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), afirmou nesta quarta-feira, 25, que convidou o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) para a sigla. Ele disse que a federação está de portas abertas para a entrada do político.
A declaração ocorre após o TSE condenar Castro por uso de contratos temporários irregulares na UERJ e na Ceperj para pagamento de cabos eleitorais. A decisão also o torna inelegível até 2030.
Castro renunciou ao governo do Rio na segunda-feira, 23, citando intenção de disputar o Senado. A cassação do diploma ocorreu em decisão dessa terça, 24, com votos majoritários.
Nogueira defendeu o aliado, afirmando confiar na justiça. “Sabemos da sua integridade e acreditamos que a justiça irá prevalecer, trazendo-o de volta ao cenário eleitoral”, declarou o senador.
Além de Castro, a decisão do TSE condenou o deputado estadual Rodrigo Bacellar (União-RJ), presidente afastado da Alerj, e o ex-presidente da Ceperj, Gabriel Rodrigues Lopes, por pesos relacionados aos contratos.
Condução do caso e próximos passos
O TSE manteve a condenação, estabelecendo inelegibilidade para Castro até 2030. Não houve indicação de novas medidas no momento, e o tribunal não detalhou consequências adicionais para os demais condenados.
A adesão de Castro ao PP, se ocorrida, pode redesenhar alianças no cenário fluminense. A análise sobre impactos eleitorais — a partir das decisões judiciais — ainda está em evolução.
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