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Coronel condenado por fraude é preso na Barra da Tijuca, Rio

Coronel condenado por fraude é preso na Barra da Tijuca após mandado da Justiça Militar; pena de oito anos e quatro meses a cumprir

Ex-militar condenado por fraudes em licitações foi preso por policiais civis na Barra da Tijuca (RJ)
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  • Polícia Civil prendeu o coronel do Exército Ronad Vieira do Nascimento, 62 anos, na Barra da Tijuca, na manhã de terça-feira, 24, por mandado da Justiça Militar.
  • Ele foi condenado pela participação em esquema de fraudes em licitações e contratos militares entre 2004 e 2005, com desvio de cerca de R$ 11 milhões envolvendo o IME e o DNIT.
  • O grupo, formado por 15 pessoas, manipulava concorrências públicas, incluindo uso de falsidade ideológica para justificar o desaparecimento de bens públicos e declarar informática como obsoleta.
  • As irregularidades abrangeram dezenas de processos licitatórios, com movimentação total estimada em R$ 38 milhões.
  • Após a prisão na 19ª DP (Tijuca), o acusado será encaminhado a uma unidade prisional militar, mantendo-se à disposição da Justiça Militar para cumprir a pena de 8 anos e 4 meses de reclusão.

Um coronel do Exército foi preso na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, após condenação por participação em fraudes em contratos públicos. A prisão ocorreu na manhã desta terça-feira (24), por volta das 11h30, durante operação da Polícia Civil com apoio de mandado expedido pela Justiça Militar.

A ação foi realizada pela 19ª DP (Tijuca) e teve a condução do delegado titular Adriano França, com base em informações do setor de inteligência da unidade. O indiciado, Ronad Vieira do Nascimento, 62 anos, teve o paradeiro localizado por meio de cruzamento de dados e monitoramento contínuo.

Ronad Vieira do Nascimento foi condenado, junto a outros militares, por participação em um esquema de fraudes em licitações e contratos militares entre 2004 e 2005. Os desvios teriam totalizado cerca de R$ 11 milhões envolvendo o IME e o DNIT, conforme as investigações.

Detalhes do esquema

Os investigadores apontam que o grupo, formado por 15 pessoas, manipulava concorrências públicas com uso de falsidade ideológica para justificar o desaparecimento de bens públicos. Entre as irregularidades, houve a declaração irregular de equipamentos de informática como obsoletos.

As irregularidades abrangeram dezenas de processos licitatórios, com movimentação estimada em R$ 38 milhões. As apurações indicam repetição de práticas ao longo de diferentes licitações e contratos.

Após a prisão na 19ª DP (Tijuca), o coronel será encaminhado a uma unidade prisional militar. Ele permanecerá à disposição da Justiça Militar para cumprir a pena de 8 anos e 4 meses de reclusão.

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