- Eduardo Bolsonaro afirmou que o ministro Alexandre de Moraes teme a morte de Jair Bolsonaro, dizendo que a prisão domiciliar é política para evitar exposição da imagem da Corte.
- O ex-deputado sustenta que Bolsonaro não deveria ter sido processado pelos atos de oito de janeiro, lembrando que, à época, o ex-presidente estava na Disney World e já não ocupava o cargo.
- Flávio Bolsonaro, irmão de Eduardo, é pré-candidato à presidência em 2026, indicado por Jair Bolsonaro.
- A decisão de Moraes leva em conta o estado de saúde de Bolsonaro e a manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República.
- O regime em prisão domiciliar tem duração provisória de noventa dias a partir da alta médica, com recuperação prevista entre quarenta e cinco e noventa dias para os dois pulmões.
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro afirmou em entrevista publicada pelo Poder360 que o ministro Alexandre de Moraes teme a morte de Jair Bolsonaro. Segundo Eduardo, a prisão domiciliar do ex-presidente seria uma análise política para evitar exposição da imagem da Corte. A declaração integra o conjunto de críticas do grupo bolsonarista ao andamento do caso.
Eduardo sustentou ainda que Bolsonaro não deveria ter sido processado pelos eventos de 8 de janeiro. O ex-parlamentar argumentou que, na data citada, Bolsonaro estava na Disney World, nos Estados Unidos, e já não ocupava mais o cargo de presidente.
Sobre o quadro judicial, o texto aponta que Moraes avaliou o estado de saúde de Bolsonaro e mencionou a manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República para a prisão domiciliar. O parecer judicial e o relatório médico indicam a necessidade de acompanhamento médico durante o retorno às atividades.
Ainda de acordo com o relatório, a decisão tem caráter temporário de 90 dias a partir da alta médica. Moraes citou que a recuperação total de dois pulmões em um idoso de 71 anos pode levar de 45 a 90 dias, conforme literatura médica. Flávio Bolsonaro, irmão de Eduardo, é atualmente pré-candidato à presidência em 2026, escolhido pelo pai.
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