- Os grupos de Cláudio Castro, do PL, e de Eduardo Paes, do PSD, aguardam a eleição indireta para o governo do Rio de Janeiro; Ricardo Couto deve convocar a sessão ainda nesta quarta-feira, dia vinte e cinco.
- O PL aponta Douglas Ruas como favorito para a disputa, mas o ministro Luiz Fux suspendeu trechos da lei estadual que reduziam o prazo de desincompatibilização para vinte e quatro horas, o que pode inviabilizar Ruas.
- Caso Fux mantenha o prazo mínimo de desincompatibilização em seis meses, o nome do PL passa a ser Guilherme Delaroli, presidente interino da Alerj.
- O grupo de Paes deve apoiar Chico Machado, deputado estadual do Solidariedade, para o mandato-tampão; a posição também é defendida pelo ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar.
- Parte da base de Paes resiste ao apoio a Machado pela proximidade com Bacellar; a eleição indireta envolve setenta deputados da Alerj que atuam como colégio eleitoral.
O प्रदेश: Grupos políticos no Rio de Janeiro escolhem candidatos para a eleição indireta do governo estadual, em meio à expectativa de convocação pela Alerj. O presidente interino da Casa, Guilherme Delaroli, e o ministro Luiz Fux, do STF, influenciam o cenário.
Douglas Ruas, do PL, aparece como favorito do partido para o mandato-tampão, caso haja desincompatibilização suficiente. O partido vê Ruas como elevável ao posto interino, dependendo do prazo definido pela Justiça.
A depender de Fux, o PL avalia manter Ruas ou recuar para Delaroli, caso a decisão do STF mantenha o prazo mínimo de seis meses para desincompatibilização. A tensão jurídica define a estratégia interna.
O grupo ligado a Eduardo Paes, do PSD, deve apoiar Chico Machado (Solidariedade) para o mandato-tampão. A indicação conta com o apoio de Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj, afastado recentemente.
Uma ala próxima a Paes resiste ao nome de Machado por ligações políticas com Bacellar. A escolha depende de quem obtiver maior apoio entre os 70 deputados da Alerj, que atuam como colégio eleitoral.
A eleição indireta ocorre com a votação na Alerj, após a vacância no governo do Rio. O objetivo é definir o governante até a posse de 2026. Ricardo Couto, ainda no TR-RJ, deve convocar o pleito nas próximas horas.
A avaliação de analistas é de que o candidato do PL parte à frente, dada a concentração de cadeiras na base do partido. Ainda assim, o acordo entre grupos pode reconfigurar a disputa até a eleição final.
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