- O Ministério Público de Minas Gerais deu 60 dias para a Prefeitura de Belo Horizonte prestar esclarecimentos sobre o uso indevido de patinetes elétricos, após uma semana de atividade.
- Moradores denunciam uso por mais de uma pessoa, absence de capacete e patinetes abandonados em áreas de mata.
- O MP solicitou contrato com a empresa, dados de segurança, resultados de testes e o plano de fiscalização.
- Riscos a acidentes graves em calçadas e vias, caso o limite de 6 km/h não seja respeitado, com possibilidade de colisões a velocidades até 40 km/h.
- A prefeitura informou que patinetes circulam em ciclovias, ciclofaixas e áreas de pedestres com uso individual e capacete; 1.500 patinetes estão disponíveis (1.100 no Centro, 400 na região Oeste) sob gestão da Jet Patinetes Elétricos.
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) deu prazo de 60 dias para a Prefeitura de Belo Horizonte explicar o uso indevido de patinetes eletrônicos. A denúncia se baseia em relatos de moradores, em Belo Horizonte, nesta semana de operação.
Segundo o MPMG, as queixas envolvem uso por mais de uma pessoa ao mesmo tempo, ausência de capacete e patinetes abandonados em áreas de mata. O órgão pediu à prefeitura o contrato com a empresa, dados de segurança, resultados de testes e o plano de fiscalização.
A administração municipal informou que os patinetes podem circular em ciclovias, ciclofaixas e áreas de pedestres, com uso individual e capacete; a SMMUR não foi notificada até o momento. Ao todo, são 1.500 unidades, com 1.100 no Centro e 400 na região Oeste, geridos pela Jet Patinetes Elétricos.
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