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MP do RJ recorre contra soltura de Monique Medeiros na morte de Henry Borel

MP do Rio recorre contra soltura de Monique Medeiros, ré pela morte de Henry Borel, após demissão de professora e adiamento do julgamento

MP do RJ entra com recurso contra a soltura de Monique Medeiros, ré pela morte do filho Henry Borel
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  • O Ministério Público do Rio entrou com recurso contra a soltura de Monique Medeiros, ré pela morte do filho, após o adiamento do julgamento e manutenção da liberdade provisória.
  • Monique foi demitida do cargo de professora municipal, que ocupava desde 2010; o MP questiona a decisão e a defesa pretende recorrer.
  • Entre as acusações, o MP cita possível coerção de testemunhas, mantendo os termos de prisão preventiva em aberto.
  • O caso envolve a morte de uma criança de quatro anos em 2021; Monique Medeiros e o ex-vereador Jairinho são réus.
  • O julgamento foi remarcado para maio e Monique continua em liberdade provisória, recebendo parte do salário, com ganho de R$ 2.887,73 no mês passado.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) ajuizou recurso para revogar a liberdade provisória de Monique Medeiros, ré pela morte do filho Henry Borel. O caso envolve a defesa da prisão durante o andamento do processo. A decisão de liberdade provisória ocorreu após o adiamento do julgamento.

Monique Medeiros e o ex-vereador Dr. Jairinho respondem pela morte de Henry, de 4 anos, ocorrida em 2021. Segundo o MP, o menino teria sido torturado pelo padrasto no apartamento do casal; ambos negam as acusações. Mesmo em liberdade, Monique recebia parte do salário.

Nesta quarta-feira, Monique foi demitida do cargo de professora municipal, função que ocupava desde 2010, conforme publicação no Diário Oficial. O MP alega que a postura da ré contraria a conduta esperada de um servidor público.

Recurso e demissão

A defesa informou que vai recorrer da demissão. A juíza havia concedido a liberdade provisória por excesso de prazo, com o julgamento remarcado para maio. O MP sustenta que, apesar da liberdade, os riscos processuais permanecem, incluindo a acusação de coação de testemunhas.

Segundo o promotor Fábio Vieira, a decisão de manter medidas cautelares continua válida até a conclusão do processo. A defesa afirmou que não houve condenação e que a liberação era necessária para evitar a prescrição de direitos.

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