- O Ministério Público do Rio denunciou um policial civil, um guarda municipal e um empresário por envolvimento no esquema liderado por Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como “Faraó dos Bitcoins”, denúncia aceita pela 3ª Vara Especializada em Organização Criminosa.
- Os denunciados são: o policial civil Robson Bento de Oliveira, o guarda municipal Bruno Ferreira da Silva e o empresário Diego Vianna de Souza e Silva, com funções distintas no grupo.
- Robson e Bruno teriam acessado dados sigilosos do sistema Infoseg para obter informações sobre concorrentes do esquema; eles também respondem por violação de sigilo funcional, e o policial civil pode responder por corrupção passiva.
- Diego Vianna de Souza e Silva é apontado como investidor que atraía novos participantes, atuando na captação de recursos.
- O líder Glaidson Acácio dos Santos já havia sido condenado, em outubro de 2025, a 19 anos e 2 meses de prisão por organização criminosa e corrupção ativa; o caso envolve a GAS Consultoria e Tecnologia, com atuação na Região dos Lagos e práticas como ameaças e violência contra concorrentes.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro denunciou um policial civil, um guarda municipal e um empresário por envolvimento no esquema criminoso liderado por Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como “Faraó dos Bitcoins”. A denúncia foi recebida pela 3ª Vara Especializada em Organização Criminosa.
Segundo o MP, os denunciados atuavam na organização criminosa com funções distintas. Robson Bento de Oliveira e Bruno Ferreira da Silva teriam acessado dados sigilosos do sistema Infoseg para obter informações sobre adversários do esquema, configurando violação de sigilo funcional; o policial também responde por corrupção passiva.
Diego Vianna de Souza e Silva, empresário, é apontado como investidor e responsável pela captação de novos participantes e recursos para o esquema. A denúncia sustenta que ele atuava na atração de pessoas interessadas na atuação criminosa.
Por decisão judicial, o policial civil e o guarda municipal foram afastados temporariamente de suas funções. Glaidson Acácio dos Santos já havia sido condenado, em outubro de 2025, a 19 anos e dois meses de prisão por organização criminosa e corrupção ativa.
A investigação aponta que o líder coordenava uma estrutura vinculada à GAS Consultoria e Tecnologia, com atuação na Região dos Lagos. Entre as práticas atribuídas ao grupo estariam ameaças, corrupção e violência contra concorrentes.
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