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MPRJ denuncia policial civil, guarda municipal e empresário no Faraó dos Bitcoins

Policial civil e guarda são afastados; empresário é denunciado por atrair participantes para esquema ligado a Glaidson, condenado a 19 anos

Glaidson Acácio dos Santos foi condenado a 19 anos de prisão por organização criminosa e corrupção ativa
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  • O Ministério Público do Rio denunciou um policial civil, um guarda municipal e um empresário por envolvimento no esquema liderado por Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como “Faraó dos Bitcoins”, denúncia aceita pela 3ª Vara Especializada em Organização Criminosa.
  • Os denunciados são: o policial civil Robson Bento de Oliveira, o guarda municipal Bruno Ferreira da Silva e o empresário Diego Vianna de Souza e Silva, com funções distintas no grupo.
  • Robson e Bruno teriam acessado dados sigilosos do sistema Infoseg para obter informações sobre concorrentes do esquema; eles também respondem por violação de sigilo funcional, e o policial civil pode responder por corrupção passiva.
  • Diego Vianna de Souza e Silva é apontado como investidor que atraía novos participantes, atuando na captação de recursos.
  • O líder Glaidson Acácio dos Santos já havia sido condenado, em outubro de 2025, a 19 anos e 2 meses de prisão por organização criminosa e corrupção ativa; o caso envolve a GAS Consultoria e Tecnologia, com atuação na Região dos Lagos e práticas como ameaças e violência contra concorrentes.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro denunciou um policial civil, um guarda municipal e um empresário por envolvimento no esquema criminoso liderado por Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como “Faraó dos Bitcoins”. A denúncia foi recebida pela 3ª Vara Especializada em Organização Criminosa.

Segundo o MP, os denunciados atuavam na organização criminosa com funções distintas. Robson Bento de Oliveira e Bruno Ferreira da Silva teriam acessado dados sigilosos do sistema Infoseg para obter informações sobre adversários do esquema, configurando violação de sigilo funcional; o policial também responde por corrupção passiva.

Diego Vianna de Souza e Silva, empresário, é apontado como investidor e responsável pela captação de novos participantes e recursos para o esquema. A denúncia sustenta que ele atuava na atração de pessoas interessadas na atuação criminosa.

Por decisão judicial, o policial civil e o guarda municipal foram afastados temporariamente de suas funções. Glaidson Acácio dos Santos já havia sido condenado, em outubro de 2025, a 19 anos e dois meses de prisão por organização criminosa e corrupção ativa.

A investigação aponta que o líder coordenava uma estrutura vinculada à GAS Consultoria e Tecnologia, com atuação na Região dos Lagos. Entre as práticas atribuídas ao grupo estariam ameaças, corrupção e violência contra concorrentes.

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