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Pacheco é disputado por PSB, MDB e União Brasil

MDB e União Brasil disputam Pacheco; PSB busca atrair filiações para definir palanque de Minas, com decisão prevista para a próxima semana

Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ex-presidente do Senado e do Congresso Nacional
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  • Partidos MDB, União Brasil e PSB disputam o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para disputar o governo de Minas.
  • Lideranças do MDB e da União Brasil ainda tentam convencer Pacheco, mesmo com sinais de avanço do diálogo dele com o PSB, e espera-se encontro dele com o presidente do PSB, João Campos, em Brasília.
  • Ministros do MDB, como Jader Filho e Renan Filho, tentam convencer Pacheco a retornar à legenda; ele já foi deputado federal pelo MDB.
  • A decisão deve sair até a próxima semana e interessa ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que busca um palanque para Pacheco em Minas.
  • O PSB aposta na mobilização de prefeitos e na filiação de ministros do governo, como Tebet, além de ter contado com a saída de Alckmin do PSDB para o PSB.

O Pacheco é disputado por integrantes do MDB, União Brasil e PSB, com sinalizações de avanço nas conversas do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) com o PSB, segundo fontes próximas ao assunto. A discussão envolve a possibilidade dele disputar o governo de Minas Gerais. O cenário é considerado aberto, mesmo com a tendência de migração para sigla de Alckmin, Tebet e João Campos.

Lideranças do MDB e do União Brasil tentam atrair Pacheco, que já teve atuação parlamentar pelo MDB. O próximo passo depende de encontros a serem realizados em Brasília, já que João Campos tem agenda na capital e há expectativa de um contato presencial com o senador.

Dados indicam que o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), mantém relação próxima com Pacheco e almoçou com ele nesta terça-feira (24). A decisão sobre o futuro político do senador deve sair na próxima semana.

Contexto mineiro e sinalizações

O PSB, apesar de ter expressão limitada em Minas, aposta na eventual candidatura de Pacheco para fortalecer filiações de prefeitos locais. Aliados citam movimentos de reposicionamento do partido, incluindo a ida da ministra Simone Tebet para a sigla, bem como a saída de Geraldo Alckmin do PSDB para o PSB.

Essa conjuntura ocorre em meio a contatos que Lula busca para estruturar palanque a fim de viabilizar a candidatura de Pacheco ao governo mineiro. O cenário indica que mais reuniões entre legendas podem ocorrer nas próximas semanas, com foco em alianças e potenciais composições eleitorais.

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