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Policiais penais e enfermeiro têm bens bloqueados por corrupção em presídio de MG

Justiça bloqueia bens de policiais penais e auxiliar de enfermagem por esquema na Penitenciária Nelson Hungria; impede entrada de celulares, drogas e alimentos

Policiais penais e auxiliar de enfermagem tiveram bens bloqueadas por corrupção dentro da Penitenciária Nelson Hungria
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  • Justiça de Minas Gerais bloqueou bens de dois policiais penais e de um auxiliar de enfermagem por corrupção na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem; o total bloqueado passa de R$ 249 mil.
  • A medida atingiu imóveis, veículos e valores em contas, para assegurar o ressarcimento ao erário.
  • Denúncia aponta que o esquema facilitava a entrada de celulares, drogas e alimentos na unidade, mediante propina, além de favorecer a fuga de presos.
  • Investigação indica aquisição de bens incompatível com os rendimentos dos suspeitos; caso segue em apuração pela Polícia Civil.
  • Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais informou cooperação com as investigações e demais providências para responsabilizar os envolvidos.

A Justiça de Minas Gerais determinou o bloqueio de bens de policiais penais e de um auxiliar de enfermagem suspeitos de corrupção na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A decisão, publicada nesta quarta-feira (25), atinge imóveis, veículos e valores que passam de R$ 249 mil.

Segundo a denúncia, o esquema facilitava a entrada de celulares, drogas e alimentos na unidade. Os suspeitos, que atuavam na penitenciária, teriam recebido propina para permitir a entrada desses itens e, em alguns casos, facilitar a fuga de presos.

A Justiça também ordenou o bloqueio de bens móveis e imóveis, além de valores em contas, para assegurar o ressarcimento aos cofres públicos. A Polícia Civil de Minas Gerais investiga o caso, que segue em andamento.

Avanços da investigação

As apurações indicam possível relação entre os envolvidos e outras etapas de corrupção dentro da unidade. A Polícia Civil colabora com as investigações para esclarecer os fatos e identificar responsabilidades.

A Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais informou que coopera com as apurações e adotará as medidas cabíveis para responsabilizar os envolvidos. A instituição não informou prazos ou novos desdobramentos neste momento.

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