- Ex-presidente Jair Messias Bolsonaro permanece internado na UTI do Hospital DF Star, em Brasília, desde o dia 13.
- O boletim desta quinta-feira indica boa evolução clínica, sem sinais de infecção aguda, com previsão de alta hospitalar no dia 27 de março.
- O diagnóstico é pneumonia bacteriana bilateral decorrente de broncoaspiração, causada pela aspiração de líquido do estômago.
- O médico cardiologista Brasil Caiado informou que a alta estava prevista para sexta-feira, 26, e que Bolsonaro apresenta quadro estável.
- Na segunda-feira, o ministro Alexandre de Moraes autorizou prisão domiciliar do ex-presidente por 90 dias, com base na saúde dele.
O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece internado na UTI do Hospital DF Star, em Brasília, desde o dia 13. O boletim médico desta quinta-feira, 26 março, indica previsão de alta para esta sexta, 27 de março, desde que haja vigilância clínica contínua. O quadro é de pneumonia bacteriana decorrente de broncoaspiração.
De acordo com o documento, Bolsonaro apresenta evolução clínica boa e não há sinais de infecção aguda no momento. O médico cardiologista Brasil Caiado, que acompanha o caso, já havia informado que a alta estava prevista para sexta-feira, mantendo o paciente em observação por 24 horas.
Evolução clínica
O boletim reitera que o ex-chefe do Executivo permanece internado na UTI do DF Star, com monitoramento diário. A condição atual é considerada estável, sem piora recente, e a previsão de alta continua condicionada à evolução clínica nas próximas horas.
O paciente foi internado após apresentar febre, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios. O diagnóstico é de pneumonia bacteriana bilateral associada a broncoaspiração, conforme avaliação médica divulgada anteriormente.
Decisão judicial
Na segunda-feira, 24, o STF autorizou a prisão domiciliar de Bolsonaro por 90 dias, medida pedida pela defesa e deferida pelo ministro Alexandre de Moraes, com base na saúde do ex-presidente. A decisão não altera o estado de internação atual nem a necessidade de acompanhamento médico.
A defesa havia solicitado a domiciliar para viabilizar tratamento médico e evitar riscos de internação prolongada, diante do quadro de saúde relatado pelos médicos. A autorização ocorreu independentemente do andamento de outras ações judiciais.
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