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Carlos Viana rebate críticas e diz que CPMI do INSS não é investigação eleitoral

Viana afirma que CPMI do INSS não é investigação eleitoral; comissão discute prorrogação dos trabalhos e continuidade da quebra de sigilo de Fabiano Zettel

Carlos Viana criticou decisões de Flávio Dino sobre sigilos
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  • A CPMI do INSS realizou sessão para decidir se os trabalhos seriam prorrogados; houve discussão entre o senador Carlos Viana (Podemos-MG) e o deputado Alencar Santana (PT-SP).
  • Santana pediu a quebra de sigilo de Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, um dos investigados nas fraudes do Banco Master.
  • Viana afirmou que ninguém é imune e que não há blindagem para qualquer autoridade ou dirigente, incluindo do INSS ou da Previdência.
  • O não comparecimento de Zettel ocorreu por habeas corpus emitido no início do mês; o senador criticou a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que impediu a quebra de sigilo.
  • Segundo Viana, uma nova solicitação de quebra de sigilo será apresentada, e a presidência reiterou que a investigação visa apuração séria, não eleitoral.

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), e o deputado Alencar Santana (PT-SP) discutiram nesta quinta-feira (26) sobre a atuação da comissão e a prorrogação dos trabalhos. A sessão ocorreu em Brasília.

Santana questionou a suposta blindagem de Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso Banco Master. Ele pediu a quebra de sigilo também para Zettel, sem imunidade para ninguém, independentemente de cargo.

Viana rebateu a alegação de blindagem dizendo que a ausência de Zettel se deve a um habeas corpus emitido no início do mês. O senador criticou a decisão do ministro Flávio Dino, do STF, que impediu a quebra de sigilo pela CPMI e afirmou que a comissão pretende reiterar o pedido.

A presidência da CPMI informa que os trabalhos podem ser prorrogados para aprofundar as investigações. Não houve confirmação oficial sobre a continuidade imediata das atividades nem sobre novos prazos. A sessão seguiu com ajustes no cronograma.

Segundo apuração, o objetivo é avançar em informações e documentos relevantes para a apuração de irregularidades no INSS. O debate envolve a necessidade de transparência e acesso a dados sigilosos para apurar possíveis falhas e responsabilidades.

Texto em atualização

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