- O governo adiou a decisão sobre a Botley West Solar Farm, com o veredito esperado apenas até o final de setembro.
- O projeto prevê instalar painéis solares em cerca de 1.000 hectares (aproximadamente 2.471 acres) em três áreas de Oxfordshire, com capacidade de 840 MW.
- A decisão cabe ao secretário de Energia, Ed Miliband, que pediu mais informações aos desenvolvedores; relatório dos inspetores foi enviado em fevereiro, e as recomendações não foram tornadas públicas.
- O empreendimento tem custo estimado de £ 800 milhões, com 90% do terreno da Blenheim Estates sendo arrendado à Photovolt Development Partners; painéis ficariam no local por cerca de 40 anos.
- Houve protestos de grupos contrários, que afirmam que o projeto pode prejudicar um corredor rural de 11 quilômetros; o grupo Stop Botley West celebrou a solicitação de informações adicionais.
O governo adiou a decisão sobre o Botley West Solar Farm, projeto de uma das maiores usinas fotovoltaicas da Europa. A proposta, apresentada pela Photovolt Development Partners (PVDP), visa ocupar cerca de 1000 hectares na região de Oxfordshire. A data original de decisão já havia sido adiada várias vezes.
A decisão está nas mãos do Secretário de Energia, Ed Miliband, cuja equipe informou que o veredito deverá chegar apenas no final de setembro. O ministro para consumidores de energia, Martin McCluskey, explicou que o atraso permite que o governo peça mais informações aos desenvolvedores.
Detalhes do projeto e contexto
O Botley West Solar Farm envolve mais de 2000 acres de terras ao norte e oeste de Oxford, com a área principal dividida em três setores. Blenheim Estates detém 90% do terreno, que será arrendado à PVDP. A capacidade prevista é de 840 MW para a rede elétrica britânica.
Os promotores afirmam que o empreendimento representa um investimento de cerca de £800 milhões e poderia abastecer o equivalente a 330 mil domicílios. As aplicações permanecem em avaliação após relatórios de inspeção enviados em fevereiro e recomendações ainda não tornaram-se públicas.
A história também envolve resistência local. Organizações contrárias, como o grupo Stop Botley West, contestam impactos em um corredor rural de cerca de 11 km. O porta-voz Prof. Alex Rogers agradeceu a prorrogação para que haja avaliação adequada.
O relatório de inspeção foi encaminhado à Miliband, com expectativa inicial de decisão em maio de 2026. Durante o processo, houve questionamentos sobre as respostas da PVDP a pedidos de informações adicionais, o que contribuiu para a nova pressão temporal.
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