- O senador Flávio Bolsonaro divulgou um vídeo em que é questionado sobre fraudes nos descontos do INSS que teriam começado no governo de Jair Bolsonaro.
- A operação Sem Desconto, conduzida pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União, identificou fraudes em acordos de cooperação técnica entre o INSS e organizações associativas.
- As investigações resultaram no afastamento de parte da cúpula do INSS em abril de 2025.
- No vídeo, o jornalista pergunta se houve um esquema para favorecer o filho de Lula; Flávio Bolsonaro afirma a importância de entender se houve favorecimento.
- Em dezembro de 2025, o Poder360 revelou que o filho de Lula, Fábio Luís Lula da Silva, teria recebido mesada de um setor ligado ao INSS, com movimentação bancária próxima de quase R$ 20 milhões em quatro anos.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) divulgou um vídeo na quarta-feira (25.mar.2026) respondendo a perguntas sobre fraudes nos descontos do INSS, questionando se os desvios teriam começado no governo de Jair Bolsonaro, seu pai.
A divulgação ocorreu em meio a investigações da Operação Sem Desconto, conduzidas pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União. As apurações apontaram fraudes em acordos firmados entre o INSS e entidades associativas.
No material, apresentado em rede social, um jornalista não identificado pergunta se houve favorecimento no governo anterior. Flávio Bolsonaro interrompe a fala afirmando ter dúvidas sobre a origem do suposto esquema.
O vídeo finaliza de forma abrupta, com uma montagem de créditos ao estilo de Michael Bay, diretor da franquia Transformers.
Entre outras vertentes, permanece incerta a participação de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, no esquema de descontos do INSS. Em 2025, o Poder360 revelou que Lulinha recebeu movimentações de quase 20 milhões de reais em quatro anos, segundo registros de movimentação bancária vazados.
Especialistas destacam que as investigações continuam em curso e que há necessidade de checagens adicionais para esclarecer envolvimentos individuais e de organizações associativas com o INSS. As apurações seguem sob sigilo e com documentação em análise.
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