- O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro anulou a sessão extraordinária da Alerj que elegeu Douglas Ruas presidente da casa, por irregularidades.
- A eleição, realizada nesta quinta-feira (26 mar), fica sem efeito, já que Ruas teve 45 votos entre 47 presentes.
- A sessão foi convocada pelo presidente interino Guilherme Delaroli após a renúncia do governador Cláudio Castro e a cassação do presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (Bacellar chegou a ser preso em dezembro de 2025).
- O cenário segue indefinido para o comando do Legislativo e do Executivo, com o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto de Castro, respondendo pela chefia do governo até decisão definitiva.
- A Alerj não informou quando haverá uma nova eleição para a presidência.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro anulou nesta quinta-feira 26 de março de 2026 a sessão extraordinária da Alerj que elegeu Douglas Ruas (PL) presidente da Casa. A decisão aponta irregularidades no ato, suspendendo o resultado.
A anulação derruba a votação realizada mais cedo, na qual Ruas recebeu 45 votos entre 47 presentes. O tribunal não detalhou os pontos que levaram à invalidação, limitando-se a manter a decisão sem efeito.
A sessão havia sido convocada pelo presidente interino da Alerj, Guilherme Delaroli (PL), após a renúncia do ex-governador Cláudio Castro (PL) e a perda de mandato do então presidente da Casa, Rodrigo Bacellar (União Brasil). Pela linha sucessória, o novo presidente poderia assumir o governo em caso de dupla vacância.
Desde maio de 2025 o Rio não tem vice-governador, após a saída de Thiago Pampolha para o Tribunal de Contas do Estado. Com a indefinição, o governo estadual permanece sob a atuação do presidente do TJRJ, Ricardo Couto de Castro, até que haja solução para a chefia do Executivo e do Legislativo.
A Alerj ainda não informou quando deverá realizar uma nova eleição para a presidência.
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