- Lula reagiu às provocações de Flávio Bolsonaro, dizendo que não se ofende com a comparação dele a um “Opala” e que o pai dele “está no desmanche”.
- Flávio Bolsonaro já havia comparado Lula a um “Chevrolet Opala velho” em 2 de fevereiro, e, no dia 11 do mesmo mês, associou Lula ao consumo de bebida alcoólica.
- O comentário de Lula foi feito durante evento da caravana federativa no Rio de Janeiro, onde o presidente falou também sobre sua saúde e exercícios.
- O presidente criticou a gestão dos hospitais federais do Rio de Janeiro pela família Bolsonaro, dizendo que não houve o mínimo de respeito.
- Lula criticou ainda o ex-governador Cláudio Castro em relação às operações em favelas, dizendo que é fácil varejar dinheiro invade o crime organizado apenas em áreas pobres.
No Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de uma caravana federativa e rebateu comparações feitas pelo senador Flávio Bolsonaro. Lula citou uma crítica do parlamentar ao chamá-lo de Opala, afirmou que não se ofende e ironizou a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está internado após passar por cirurgia. A declaração ocorreu durante o evento, enquanto Bolsonaro segue hospitalizado com previsão de alta para esta sexta-feira.
Flávio Bolsonaro havia usado a imagem do Opala em duas ocasiões recentes para classificar Lula. Em 2 de fevereiro, o senador comparou o petista a um Opala velho, destacando suposta obsolescência. Em 11 de fevereiro, durante evento promovido pelo BTG Pactual, repetiu a comparação e associou Lula a consumo de bebida alcoólica, chamando-o de produto vencido.
A fala de Lula também abordou a saúde e a prática de exercícios, tema frequente na agenda do governo ao divulgar vídeos do presidente treinando com a primeira-dama, Janja. O petista enfatizou a necessidade de preparo físico, apesar de críticas recebidas por idades avançadas.
Além disso, Lula criticou a atuação da família Bolsonaro na gestão de hospitais federais no Rio de Janeiro, dizendo que não houve respeito mínimo com as unidades de saúde. O presidente ainda comentou sobre a atuação do ex-governador Cláudio Castro em operações em favelas da capital, alegando que é fácil atacar a criminalidade na periferia sem enfrentar os grandes gestores do crime.
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