- Lula afirmou a Zhu Huarong, representante da Caoa no Brasil, que chineses não teriam gastos com cães, dizendo que “aqui no Brasil nós gostamos muito de cachorros”, em Anápolis, Goiás.
- O presidente citou que os gastos com animais de estimação teriam aumentado ao longo das décadas, chamando de “sequestro do nosso salário”.
- A fala foi interpretada por alguns como preconceituosa por usar estereótipo sobre o povo chinês.
- Lula também disse que, quando não sobra dinheiro, os brasileiros “xingam o governo” e que grande parte das coisas é culpa de Deus ou do governo.
- O petista afirmou ter pedido ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, para resolver o endividamento dos brasileiros e facilitar o pagamento das dívidas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira 26 de março de 2026, durante evento na fábrica da Caoa no município de Anápolis, em Goiás, que o Brasil gasta muito com cães, ao comparar gastos com animais de estimação entre o Brasil e a China. A fala ocorreu em uma audiência com Zhu Huarong, representante da Caoa no Brasil.
Lula destacou que, segundo ele, os gastos com saúde, alimentação e cuidados com pets contribuíam para o aumento do custo de vida no país. O tom usado no encontro abriu espaço para debates sobre o peso financeiro de manter animais de estimação, segundo relatos da imprensa.
O petista argumentou que, no Brasil, os cães demandam serviços como dentistas, banhos, veterinários e higiene constante, o que, em sua visão, eleva o peso financeiro aos donos. Não houve especificação de valores ou números oficiais durante a fala.
Durante o discurso, Lula mencionou ainda a percepção de que a população fica insatisfeita quando o salário não cobre as despesas, e citou a necessidade de melhorar políticas públicas que ajudem no manejo financeiro familiar. A declaração integra um conjunto de comentários sobre orçamento e responsabilidade fiscal.
O presidente também mencionou ter solicitado ao ministro da Fazenda, atualmente Durigan, ações para enfrentar o endividamento dos brasileiros. A ideia, segundo ele, é buscar caminhos para facilitar o pagamento de dívidas e promover campanhas de orientação financeira.
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