- O presidente Lula e o vice Alckmin foram vacinados contra influenza em Anápolis, no início da Campanha Nacional de Vacinação.
- O Dia D ocorre neste sábado, 28 de março de 2026, com vacinação nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste; a Região Norte terá imunização no segundo semestre por sazonalidade.
- A campanha é gratuita nas UBS e prioriza crianças de 6 meses a 6 anos, gestantes e idosos a partir de 60 anos, em parceria com o Instituto Butantan.
- O governo enviará 10 milhões de mensagens institucionais por aplicativos para ampliar a divulgação e incentivar a vacinação.
- Dados de 2026 apontam aumento de vírus respiratórios; até 14 de março foram registrados 14,3 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave e cerca de 840 mortes, com influenza respondendo por 28% dos casos graves; o Ministério da Saúde distribuiu 15,7 milhões de doses.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta quinta-feira em Anápolis de um ato que marcou o início da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. A cerimônia ocorreu no complexo industrial da Brainfarma e integrou também uma visita às instalações de produção de escopolamina, ingrediente ativo do Buscopan.
Ao final do evento, Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin tomaram as duas primeiras doses da vacina. Em suas redes sociais, o presidente destacou a imunização gratuita nas UBS e ressaltou a parceria com o Instituto Butantan. A ação serviu para dar início à mobilização anual de vacinação.
A campanha começa neste sábado, Dia D, nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. Na Região Norte, a vacinação ocorrerá no segundo semestre por razões sazonais, segundo o governo federal.
A vacinação é realizada pelo Ministério da Saúde com apoio de estados e municípios. A meta é atender o público prioritário até 30 de maio de 2026, com aplicação gratuita nas UBS. O governo orienta buscar a unidade com antecedência.
Para ampliar a divulgação, o governo enviará 10 milhões de mensagens institucionais por apps de comunicação. A iniciativa busca reforçar informações oficiais e incentivar a adesão à campanha.
Dados preliminares de 2026 apontam aumento na circulação de vírus respiratórios, incluindo influenza. Até 14 de março foram registrados 14,3 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave e cerca de 840 mortes.
Entre as internações graves, a influenza representa 28% dos casos identificados para a sazonalidade atual. Grupos de risco incluem idosos, crianças até 6 anos, gestantes e pessoas com comorbidades.
O Ministério da Saúde já distribuiu 15,7 milhões de doses da vacina e informou que novas remessas poderão ser enviadas conforme a necessidade. Estados e municípios foram orientados a intensificar estratégias no primeiro mês da campanha.
A autorização e a produção da vacina são resultado de uma parceria com o Instituto Butantan, com 100% de fabricação nacional. A iniciativa reforça o papel do Brasil na imunização contra influenza sem depender de importação.
Caso haja dúvidas sobre elegibilidade, o Ministério orienta que o público prioritário procure a UBS mais próxima antes de elevar a circulação do vírus. A ação busca reduzir gravidade e mortes pela doença.
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