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Nikolas afirma que não quer aplausos de Lula nem de apoiadores de ditadores

Nikolas Ferreira afirma não querer aplausos de Lula nem da esquerda; diz que só aceita vaias e critica a mutabilidade da esquerda, citando Che Guevara

Na imagem, o deputado federal Nikolas Ferreira (à esq.) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva
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  • O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou à revista Oeste, em 25 de março de 2026, que jamais quer aplauso de Lula e da esquerda, especialmente de quem apoia ditaduras.
  • Ele disse não desejar aplausos de pessoas que apoiam aborto, genocídio ou regimes como o descrito (extremistas e jihad islâmica).
  • Ferreira relatou ter recebido vaias e aplausos ao votar em 2022 em seu colégio eleitoral, dizendo, ao ser questionado, que “dos idiotas, eu só quero vaias”, frase ligada a Nelson Rodrigues.
  • O parlamentar afirmou que a esquerda é mutável e criticou o apoio de parte do campo político a Che Guevara, apontando histórico de ações contra homossexuais.
  • A entrevista trouxe novas cobranças políticas e linguagem polêmica, com Ferreira reiterando críticas a Lula, à esquerda e a figuras históricas.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou em entrevista à revista Oeste, na quarta-feira 25 de março de 2026, que não quer ser aplaudido pelo presidente Lula nem por quem apoia ditadores. A declaração ocorreu no contexto de críticas ao que ele classifica como apoio a regimes autoritários.

Ferreira relatou que, durante as eleições de 2022, recebeu vaias e aplausos em seu colégio eleitoral. Ao comentar o episódio, disse que, entre os que ele chamou de idiotas, prefere as vaias, citando uma referência de Nelson Rodrigues.

O parlamentar também criticou a esquerda por considerá-la mutável ao longo do tempo. Questionou o uso de símbolos históricos, como a imagem do líder revolucionário Che Guevara, argumentando que a esquerda precisa ser adaptável e apontando controvérsias associadas às ações de Che Guevara e Fidel Castro.

Contexto político

Ferreira associou mudanças no posicionamento da esquerda às mudanças de prioridades e enfatizou a necessidade de enfrentar discursos que, na sua visão, defendem figuras associadas a violações de direitos humanos. A entrevista reafirmou, segundo ele, a posição de defender valores considerados contrários a ditaduras.

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