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PDT espera apoio do PT a Juliana Brizola no RS até 30, diz Lupi

PT mantém prazo até 30 para apoiar Juliana Brizola no RS; PT gaúcho insiste em lançar Edegar Pretto, gerando impasse na aliança regional

Presidente nacional do PDT, Carlos Lupi,
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  • O PDT cobra do PT apoio à pré-candidatura de Juliana Brizola ao governo do Rio Grande do Sul até o dia 30.
  • Edinho Silva teria sinalizado apoio a Carlos Lupi, mas o PT gaúcho insiste em lançar Edegar Pretto.
  • Juliana Brizola e Edegar Pretto aparecem com dois dígitos nas pesquisas de intenção de voto e são vistos como competitivos.
  • O acordo nacional envolve Lula e os partidos, com o PDT buscando apoio do PT em três estados: Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais.
  • Em troca, o PDT se compromete a apoiar o candidato do PT em várias unidades da federação, incluindo São Paulo, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte e Piauí.

Desde que o PDT sinalizou apoio do PT à pré-candidatura de Juliana Brizola ao governo do Rio Grande do Sul, as tratativas entre as siglas seguem sob negociação. O prazo de 30 de setembro foi citado como data-limite para definir o apoio petista, segundo as declarações veiculadas pela CNN.

Segundo informações do PDT, o acordo com o PT envolve uma aliança em três estados, com foco inicial no RS, Paraná e Minas Gerais. O objetivo é consolidar palanques e viabilizar candidaturas para ampliar a atuação do bloco nas eleições.

No Rio Grande do Sul, o tema concentra atenções na disputa estadual, com Juliana Brizola cotada entre as pré-candidatas. A bancada gaúcha do PT mantém a preferência por lançar Edegar Pretto ao Piratini, o que traz entrave à composição anunciada entre as dirigências nacionais.

O PDT atribui o entendimento nacional a um acordo entre as lideranças, incluindo o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi. A meta é alinhar apoios entre PT e PDT em estados estratégicos para o pleito.

Entre as razões para a aproximação está a necessidade de maior atuação unificada das siglas em cenários com candidaturas competitivas, que aparecem com apoio de pesquisas de intenção de voto em dois dígitos para Brizola e Pretto.

A negociação também envolve a possibilidade de um palanque duplo no Paraná, caso Requião Filho seja indicado pelo PDT, e de alinhamento com o PT em Minas Gerais, com a possível candidatura de Alexandre Kalil.

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