- O Tribunal Superior Eleitoral aprovou o registro da federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas, por unanimidade.
- A federação foi oficializada em agosto do ano passado e deve somar uma das maiores bancadas no Congresso.
- A ministra Estela Aranha, relatora, afirmou que a documentação apresentada atendia aos requisitos legais para federações entre partidos.
- Esta é a quinta federação aprovada pelo TSE.
- A presidência ficará com Antonio Rueda (União Brasil) e a vice-presidência com Ciro Nogueira (Progressistas).
O Tribunal Superior Eleitoral aprovou, por unanimidade, o registro da federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas. A decisão foi tomada nesta quinta-feira, 26, em Brasília. O registro formaliza a atuação das siglas como uma única agremiação.
Em agosto do ano passado, as legendas oficializaram a superfederação, que deverá manter uma das maiores bancadas no Congresso. A aprovação do TSE confirma o modelo de coalizão entre os partidos, previsto na legislação.
Durante o julgamento, a ministra Estela Aranha, relatora, destacou que toda a documentação exigida foi apresentada. A regra permite que dois ou mais partidos se unam sob uma federação após o registro.
Estrutura e impacto político
A presidência da federação ficará com Antonio Rueda, do União Brasil, enquanto a vice-presidência será ocupada pelo senador Ciro Nogueira, do Progressistas. A configuração sinaliza maior alinhamento entre as legendas.
Rueda descreveu a federação como um novo momento na política brasileira, destinada a ampliar o diálogo e a estabilidade. Nogueira afirmou que a coalizão busca boas práticas, respeito e soluções para o país.
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