- O TSE confirmou que a sucessão no governo do Rio de Janeiro será definida por eleição indireta, a ser realizada pela Assembleia Legislativa (Alerj), com ocupação até janeiro de 2027.
- A certidão do julgamento foi republicada na quarta-feira, 25, corrigindo o documento anterior para oficializar o pleito como “novas eleições indiretas”.
- A decisão determina a retotalização imediata dos votos para deputado estadual e medidas para a realização das eleições indiretas conforme o acórdão.
- Os nomes da linha de sucessão, incluindo Cláudio Castro, Thiago Pampolha e Rodrigo Bacellar, ficaram inelegíveis segundo o TSE.
- A ação apura uso indevido da máquina pública em 2022, com suposta contratação irregular na Fundação Ceperj, envolvendo cerca de vinte e sete mil cargos temporários para favorecer a campanha de reeleição de Castro.
O TSE confirmou que a sucessão do governo do Rio de Janeiro será definida por eleição indireta. A decisão envolve o afastamento de Cláudio Castro (PL) e a linha de sucessão.
Na quarta-feira, o tribunal republicou a certidão do julgamento, corrigindo erro material. A nova certidão especifica o pleito como “novas eleições indiretas” a serem realizadas na Alerj.
A votação ficará a cargo da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. O governante escolhido ocupará o cargo até janeiro de 2027, quando assume a chapa eleita em outubro.
A correção ocorreu porque todos os nomes na linha de sucessão ficaram inelegíveis. O TSE havia condenado Castro à inelegibilidade por oito anos, até 2030, em decisão de 24 de outubro.
Thiago Pampolha também foi condenado no mesmo processo, mas já havia deixado o cargo de vice para assumir o Tribunal de Contas. Rodrigo Bacellar já está afastado da Alerj por decisão do STF.
A ação apura uso indevido da máquina pública durante as eleições de 2022, com investigações que apontam para contratações irregulares na Fundação Ceperj. Estima-se a ocupação de cerca de 27 mil cargos temporários.
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