- TSE confirmou que o Rio de Janeiro terá eleição indireta para escolher o novo governador, realizada pela Alerj.
- Castro renunciou ao governo em 23 de março de 2026 para disputar o Senado; o prazo de desincompatibilização vai até 4 de abril.
- O vice-governador Thiago Pampolha deixou o cargo para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado.
- Com as saídas, a linha sucessória ficou com o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, que está afastado da presidência por decisão do STF e é alvo de investigação no caso TH Joias.
- O presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto de Castro, atua como governador interino até a eleição indireta ser realizada.
O Tribunal Superior Eleitoral determinou que o Rio de Janeiro terá uma eleição indireta para escolher o novo governador. A Alerj ficará responsável pela votação que definirá o chefe do Executivo fluminense.
A decisão ocorreu após retificar a certidão do julgamento que originalmente tornava Cláudio Castro inelegível até 2030. O documento revisado passou a prever “novas eleições indiretas”.
Castro renunciou ao cargo em 23 de março para disputar o Senado. O prazo de desincompatibilização termina em 4 de abril, cinco meses antes do primeiro turno das eleições gerais.
Sucessão e perspectiva
O ex-vice-governador Thiago Pampolha deixou o cargo para assumir o Tribunal de Contas do Estado. Com as saídas, a linha sucessória recai sobre o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, que está afastado da presidência por decisão do STF e é investigado em investigação envolvendo dados vazados.
O atual presidente do TJ-RJ, Ricardo Couto de Castro, exerce interinamente o governo. Ele permanecerá no posto até que a Alerj realize a eleição indireta para definir o novo governador e o novo vice.
Fonte: Agência Brasil.
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