- A CPMI do INSS aprovou 1.027 quebras de sigilo durante as investigações, atingindo 649 alvos, até a 38ª reunião realizada em 27 de março de 2026.
- Foram deliberados 2.242 requerimentos relacionados a supostas irregularidades em descontos na folha de pagamento de aposentados e pensionistas.
- O relatório final mostra que 624 alvos tiveram acesso autorizado a relatórios do Coaf, 612 tiveram sigilo bancário quebrado e 610 sigilo fiscal.
- Além disso, foram aprovadas quebras de sigilo telemático para 30 alvos e de sigilo telefônico para 13 investigados; nove pedidos foram rejeitados e 53 suspensos por decisão judicial.
- A CPMI investiga descontos associados a benefícios previdenciários, apurando cobranças supostamente realizadas sem autorização dos beneficiários.
A CPMI do INSS aprovou 1.027 quebras de sigilo durante as investigações no Congresso. Ao todo, 649 pessoas físicas e jurídicas tiveram algum tipo de sigilo violado para acesso dos parlamentares, conforme o relatório final.
A comissão realizou 38 reuniões e deliberou 2.242 requerimentos relacionados a apurações sobre descontos em aposentados e pensionistas do INSS. O objetivo é esclarecer possíveis irregularidades na cobrança de benefícios.
Contexto e números
Entre as quebras, constam dados bancários, fiscais, telemáticos e relatórios de inteligência financeira do Coaf. O relatório aponta que 624 alvos tiveram acesso autorizado a relatórios do Coaf, 612 tiveram sigilo bancário quebrado e 610, fiscal. Também houve quebra de sigilo telemático para 30 alvos e de sigilo telefônico para 13 investigados.
O documento informa ainda que 9 pedidos de quebra de sigilo foram rejeitados pela comissão e 53 foram suspensos por decisão judicial. A CPMI foi criada para apurar suspeitas de descontos irregulares em folha de pagamento de aposentados e pensionistas, sem autorização dos beneficiários.
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