- Decreto publicado em 26 de março de 2026 reorganiza a estrutura do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para ampliar o alcance e a efetividade, com foco na produção de inteligência financeira no combate ao crime organizado.
- As funções de confiança passaram de 39 para 66, enquanto um cargo em comissão foi reduzido de 36 para 35, elevando o total de funcionários do Coaf de 75 para 101.
- A reestruturação inclui atualização de competências e de denominações de unidades dentro do órgão.
- O Coaf é chefiado por Ricardo Andrade Saadi, delegado da Polícia Federal, e funciona administrativamente ligado ao Banco Central, chefiado por Gabriel Galípolo.
- Assinaram o decreto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Banco Central e a ministra Esther Dweck (Gestão e da Inovação em Serviços Públicos).
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva publicou, na quinta-feira 26 de março de 2026, um decreto que reorganiza a estrutura do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). A medida foi publicada no Diário Oficial da União e tem como finalidade ampliar o alcance e a efetividade do órgão na produção de inteligência financeira para o combate ao crime organizado.
A reestruturação altera a composição de cargos no Coaf, elevando o total de funções de confiança de 39 para 66 e reduzindo um cargo em comissão de 36 para 35. Com isso, o número total de servidores no órgão passa de 75 para 101, incluindo alterações de competências e denominações de unidades internas.
O Coaf é chefiado pelo delegado da Polícia Federal Ricardo Andrade Saadi e funciona como unidade de inteligência financeira, integrada ao sistema coordination com a Polícia Federal, a Receita Federal e o Ministério Público. A administração superior do sistema financeiro fica a cargo do Banco Central, sob a presidência de Gabriel Galípolo.
A assinatura do decreto contou com a participação do presidente Lula, do presidente do Banco Central e da ministra Esther Dweck, responsável pela Gestão e pela Inovação em Serviços Públicos. Além do objetivo de fortalecer o combate a ilícitos financeiros, a medida busca aprimorar a prevenção e o rastreamento de ativos vinculados a organizações criminosas.
A estrutura interna do Coaf também terá mutações, com mudanças de competências e de nomenclaturas de unidades que, segundo a nota oficial, visam ampliar a eficácia da produção de inteligência financeira. O objetivo central é ampliar o alcance do Coaf no enfrentamento ao crime organizado.
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