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Defesa de Lulinha classifica relatório da CPMI como documento político

Defesa de Lulinha critica relatório da CPMI como documento político, sem provas, e mantém tranquilidade quanto ao indiciamento

Fábio Luis Lula da Silva (Lulinha), ao centro, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva
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  • A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, contestou o indiciamento no âmbito da CPMI do INSS e considerou o relatório do relator Alfredo Gaspar como “documento político” e “conglomerado de reportagens”.
  • O advogado Guilherme Suguimori afirmou que o documento não apresenta elementos probatórios que embasem o indiciamento e que não produz efeitos jurídicos relevantes.
  • Segundo o relatório, Lulinha teria recebido de Antônio Camilo o pagamento de R$ 25 milhões, além de uma mesada de cerca de R$ 300 mil, supostamente depositada pelo “Careca do INSS”.
  • O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, já disse não haver confirmação de que Lulinha recebia a mesada.
  • Em março, o advogado afirmou que as acusações são infundadas e que o cliente jamais teria recebido qualquer pagamento em dinheiro do empresário conhecido como “Careca do INSS”.

O advogado Guilherme Suguimori afirmou nesta sexta-feira que o relatório apresentado pelo relator Alfredo Gaspar é um documento político e não um conjunto de elementos probatórios. Segundo a defesa de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, o texto publicado não traz provas que respaldem o indiciamento.

De acordo com o relatório, Lulinha teria recebido de Antônio Camilo, conhecido como Careca do INSS, um pagamento de 25 milhões de reais em moeda não especificada, além de uma mesada de aproximadamente 300 mil reais. A CPMI do INSS investiga supostas irregularidades envolvendo pagamentos entre o empresariado e o filho do presidente.

A defesa sustenta que não houve recebimento de valores em dinheiro pelo investigado e solicitou que as autoridades avaliem o conjunto de fatos com maior rigor. Dias antes, o presidente da CPMI, o senador Carlos Viana, afirmou não haver confirmação sobre a existência da mesada de 300 mil reais. Guilherme Suguimori reforçou a visão de que as acusações são infundadas.

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