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Governador de Roraima Antônio Denarium renuncia ao cargo para disputar eleições

Antônio Denarium renuncia ao governo de Roraima para disputar o Senado; é o terceiro governador a deixar o cargo, apesar de processo no TSE

Ação sobre abuso de poder econômico e político envolvendo Antônio Denarium tramita no TSE
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  • O governador de Roraima, Antônio Denarium (PP), oficializa a saída do cargo nesta sexta-feira, 27, para tentar uma vaga no Senado.
  • Denarium é o terceiro chefe de Executivo estadual a renunciar em busca das eleições de outubro, após dois mandatos no governo.
  • Ele já apoiou Jair Bolsonaro e, segundo o R7 Planalto, reuniu-se com o senador Flávio Bolsonaro; ainda não houve anúncio sobre o candidato que apoiará em 2026.
  • Um processo no Tribunal Superior Eleitoral tramita para cassação de Denarium por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022; ele já havia sido afastado pelo mesmo motivo pela Justiça Eleitoral estadual.
  • Além de Denarium, outros dois governadores deixaram o cargo para disputar as eleições: Romeu Zema, de Minas Gerais, e Cláudio Castro, do Rio de Janeiro; este último é considerado inelegível pelo TSE, mas pretende recorrer e concorrer ao Senado.

O governador de Roraima, Antônio Denarium (PP), renunciará ao cargo nesta sexta-feira (27) para concorrer a uma vaga no Senado, nas eleições de outubro. A decisão encerra o segundo mandato dele à frente do estado.

Com dois mandatos, Denarium mira um assento no Senado, em meio a um cenário de alianças regionais e nacionais. O político já teve encontros com Flávio Bolsonaro, segundo apuração do R7 Planalto. Ainda não há definição sobre a candidatura presidencial de 2026.

Um processo no TSE tramita ligando-se à possível cassação por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. Denarium já chegou a ser afastado do cargo pelo mesmo motivo, decisão da Justiça Eleitoral estadual.

Outros governadores que renunciaram para disputar eleições

O movimento de afastamento para disputar cargo eletivo já ocorreu no cenário nacional. O primeiro foi Romeu Zema, de Minas Gerais, que se afastou em 22 de março para concorrer à Presidência. Ele já havia anunciado a candidatura.

A sequência incluiu Cláudio Castro, do Rio de Janeiro, que deixou o governo em 24 de março. O TSE declarou-o inelegível, e ele pretende recorrer para manter a possibilidade de disputar o Senado.

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