- O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a investigação sobre a morte de Nathalia Garnica deve tramitar em Pontal, SP.
- A decisão encerra o conflito entre os fóruns de Ribeirão Preto e Pontal.
- Elizabete Arrabaça permanece presa, relacionada ao caso da professora Larissa Rodrigues, mas os processos são separados.
- A separação ocorre por diferenças entre as vítimas, locais e datas.
O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que a investigação sobre a morte de Nathalia Garnica deve seguir em Pontal, encerrando o impasse entre os fóruns de Ribeirão Preto e de Pontal. A decisão determina o andamento do processo no município onde se concentra a ação.
Elizabete Arrabaça permanece presa pelo caso da professora Larissa Rodrigues, mas os relatos processuais foram separados pela direção da investigação, devido a diferenças entre as vítimas, locais e datas.
Segundo o TJ, manter a tramitação em Pontal evita duplicidade de atos e facilita a instrução do caso envolvendo Nathalia Garnica. A medida não altera o andamento do caso de Larissa Rodrigues, que permanece sob a jurisdição correspondente.
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